Vem aí o pedágio do governo federal
A desembargadora federal Sílvia Goraieb, presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região (Porto Alegre), suspendeu hoje a liminar concedida pela Justiça Federal do Paraná que tirava do leilão de rodovias federais os três lotes com trechos que cruzavam o território paranaense.
Com a decisão do TRF de Porto Alegre, todos os sete trechos de rodovias que o governo pretende licitar nesta terça poderão ser oferecidos aos investidores.
A liminar derrubada impedia que o governo leiloasse a Régis Bittencourt (que liga São Paulo a Curitiba); a BR 116, de Curitiba à divisa RS/SC; e a interligação Curitiba-Florianópolis (BRs 101 e 376).
O leilão já começou, na Bovespa.
ATUALIZADO: A OHL - que é um grupo espanhol - arrematou hoje o trecho da Rodovia Régis Bittencourt (BR 116, de São Paulo-Curitiba) leiloado pelo governo em evento na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). De acordo com as regras do leilão, vencia quem oferecesse o preço de pedágio mais barato para o trecho. A OHL fez uma proposta de R$ 1,364; o preço máximo para esta rodovia era de R$ 2,685.




9 outubro 2007
2:16 pm
Nº 3891
Para um estado que tem uma porção de pedágios, porque não ter mais alguns? Queremos pista dupla, asfalto de primeira e não queremos colaborar com nada! Quando o Lerner privatizou as estaduais a imprensa aplaudiu e ajudou ela ser aceita. Porque não fazem o mesmo agora?
Email do autor: ssantoshotmail.
9 outubro 2007
2:30 pm
Nº 3896
Bem-vindos ao governo do Luis Inácio!
Email do autor:
9 outubro 2007
4:03 pm
Nº 3910
Pelo menos o preço é justo R$ 1,36, se os pedágios existentes hoje fossem pedagiados pelo Lula não seria esse absurdo de R$6,90.
É f…..
Email do autor: alanmenk@hotmail.com
9 outubro 2007
4:19 pm
Nº 3914
Será que o Requião esta bravo?
Email do autor: ynbras@yahoo.com.br
9 outubro 2007
4:40 pm
Nº 3919
Sou contra qualquer pedágio.
Mais q fiquei com inveja do preço eu fiquei. R$ 1,364 isso q lá é pista dupla. Só pra ver o qnto pagamos caro aqui.
Email do autor:
9 outubro 2007
4:46 pm
Nº 3921
Ué, o Requião não disse que o preço dele ia ser o mais barato?
Email do autor: ronaldo.mga@pop.com.br
9 outubro 2007
5:13 pm
Nº 3923
Então nossa spedagiadoras estão ganhando aos montes, a diferença é exorbitante.
Email do autor: ynbras@yahoo.com.br
9 outubro 2007
5:19 pm
Nº 3925
Como é que ele falou mesmo: “Ou abaixo ou acaba” hahahahaha
Email do autor:
9 outubro 2007
7:19 pm
Nº 3942
Começa assim, o preço da concorrência é baixinho, depois de alguns meses lá vem ferro, é aumento em cima de aumento e no final não temos escolha, ou paga ou não viaja. Esse é o Brasil do sonho de um montão de inocentes.
Email do autor: leonelgalacini@msn.com
9 outubro 2007
8:11 pm
Nº 3948
Se os caras vão ganhar um dinheirão, mesmo com os valores lá embaixo, mesmo somando as praças de pedágios, não irão chegar aos valores cobrados aqui no Paraná. É mais barato ir de Curitiba a Florianopolis, passando por cinco praças de pedágio, do que ir de Curitiba as praias paranaenses pela 277. O Requião em alguma coisa tinha razão, o pedágio cobrado pelas empresas do Paraná, são realmente caros. Estão comendo caviar com champnhen, todos os dias. O ministério Púlico tem que investigar.
Email do autor: joaquina5@bol.com.br
10 outubro 2007
12:44 am
Nº 3954
Esperem pra ver! esse preço, foi no momento do lance; daqui a pouco as concessionárias começam entrar na justiça, e pedir aumentos com base nisto e mais aquilo; duvido que permaneça um preço com essa relatividade;
Email do autor: rodi2527@hotmail.com
10 outubro 2007
8:44 am
Nº 3981
Puxa, então o Requião estava certíssimo. É só ver o preço que o Governo Federal Conseguiu. E tem gente ainda que aplaude essa turma do Lerner que de PDT virou PFL. Tinha que dar nisso. Não somos inocentes de pensar que o preço ficará assim tão baixo. Mas também não somos inocentes de pensar que o Governo NÃO tenha colocado cláusula em contrato, de reajuste que contemple apenas a inflação e algum plus por algum diferencial e jamais chegará ao preço desses senhores aqui do Paraná.
Email do autor: psegovia@bol.com.br
19 janeiro 2008
10:11 am
Nº 15630
A PRÓXIMA GUERRA
Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece.
As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.
Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.
Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. (Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.
Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.
Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar ‘royalties’ para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia…
Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: É os americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:
‘Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa’.
A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático)… Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.
Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.
Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma utoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa???
Acho que sim.
Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos.
Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.
Patog. FMRP - USP
Opinião pessoal:
Gostaria que você, especialmente que recebeu este e-mail, o repasse para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer.
Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a fim de antecipar a próxima guerra. Conto com sua participação, no envio deste e-mail..
Celso Luiz Borges de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP
Tel: (19) 3233-1840 Celular: (19) 9136-6472 e-mail´s:
Celso@ufba.br; celso@agr.unicamp.br; celsoborges@gmail.com
Email do autor: celso@agr.unicamp.br