Vem aí o pedágio do governo federal

Categorias: Trânsito
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A desembargadora federal Sílvia Goraieb, presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região (Porto Alegre), suspendeu hoje a liminar concedida pela Justiça Federal do Paraná que tirava do leilão de rodovias federais os três lotes com trechos que cruzavam o território paranaense.

Com a decisão do TRF de Porto Alegre, todos os sete trechos de rodovias que o governo pretende licitar nesta terça poderão ser oferecidos aos investidores.

A liminar derrubada impedia que o governo leiloasse a Régis Bittencourt (que liga São Paulo a Curitiba); a BR 116, de Curitiba à divisa RS/SC; e a interligação Curitiba-Florianópolis (BRs 101 e 376).

O leilão já começou, na Bovespa.

ATUALIZADO: A OHL - que é um grupo espanhol - arrematou hoje o trecho da Rodovia Régis Bittencourt (BR 116, de São Paulo-Curitiba) leiloado pelo governo em evento na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). De acordo com as regras do leilão, vencia quem oferecesse o preço de pedágio mais barato para o trecho. A OHL fez uma proposta de R$ 1,364; o preço máximo para esta rodovia era de R$ 2,685.

Por: Edson Lima

13 Comentarios

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  1. Jaboti


    Nº 3891

    Para um estado que tem uma porção de pedágios, porque não ter mais alguns? Queremos pista dupla, asfalto de primeira e não queremos colaborar com nada! Quando o Lerner privatizou as estaduais a imprensa aplaudiu e ajudou ela ser aceita. Porque não fazem o mesmo agora?

    Email do autor: ssantoshotmail.

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  3. Gersão


    Nº 3896

    Bem-vindos ao governo do Luis Inácio!

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  5. Alan Menk


    Nº 3910

    Pelo menos o preço é justo R$ 1,36, se os pedágios existentes hoje fossem pedagiados pelo Lula não seria esse absurdo de R$6,90.
    É f…..

    Email do autor: alanmenk@hotmail.com

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  7. Geraldo


    Nº 3914

    Será que o Requião esta bravo?

    Email do autor: ynbras@yahoo.com.br

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  9. Rogério


    Nº 3919

    Sou contra qualquer pedágio.
    Mais q fiquei com inveja do preço eu fiquei. R$ 1,364 isso q lá é pista dupla. Só pra ver o qnto pagamos caro aqui.

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  11. Ronaldo


    Nº 3921

    Ué, o Requião não disse que o preço dele ia ser o mais barato?

    Email do autor: ronaldo.mga@pop.com.br

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  13. Geraldo


    Nº 3923

    Então nossa spedagiadoras estão ganhando aos montes, a diferença é exorbitante.

    Email do autor: ynbras@yahoo.com.br

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  15. João Antonio


    Nº 3925

    Como é que ele falou mesmo: “Ou abaixo ou acaba” hahahahaha

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  17. Leonel João Galacini


    Nº 3942

    Começa assim, o preço da concorrência é baixinho, depois de alguns meses lá vem ferro, é aumento em cima de aumento e no final não temos escolha, ou paga ou não viaja. Esse é o Brasil do sonho de um montão de inocentes.

    Email do autor: leonelgalacini@msn.com

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  19. joan


    Nº 3948

    Se os caras vão ganhar um dinheirão, mesmo com os valores lá embaixo, mesmo somando as praças de pedágios, não irão chegar aos valores cobrados aqui no Paraná. É mais barato ir de Curitiba a Florianopolis, passando por cinco praças de pedágio, do que ir de Curitiba as praias paranaenses pela 277. O Requião em alguma coisa tinha razão, o pedágio cobrado pelas empresas do Paraná, são realmente caros. Estão comendo caviar com champnhen, todos os dias. O ministério Púlico tem que investigar.

    Email do autor: joaquina5@bol.com.br

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  21. João Luiz


    Nº 3954

    Esperem pra ver! esse preço, foi no momento do lance; daqui a pouco as concessionárias começam entrar na justiça, e pedir aumentos com base nisto e mais aquilo; duvido que permaneça um preço com essa relatividade;

    Email do autor: rodi2527@hotmail.com

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  23. Segóvia


    Nº 3981

    Puxa, então o Requião estava certíssimo. É só ver o preço que o Governo Federal Conseguiu. E tem gente ainda que aplaude essa turma do Lerner que de PDT virou PFL. Tinha que dar nisso. Não somos inocentes de pensar que o preço ficará assim tão baixo. Mas também não somos inocentes de pensar que o Governo NÃO tenha colocado cláusula em contrato, de reajuste que contemple apenas a inflação e algum plus por algum diferencial e jamais chegará ao preço desses senhores aqui do Paraná.

    Email do autor: psegovia@bol.com.br

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  25. celso luiz borges


    Nº 15630

    A PRÓXIMA GUERRA

    Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece.

    As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.

    Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.

    Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. (Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.

    Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.

    Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar ‘royalties’ para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia…

    Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: É os americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:

    ‘Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa’.

    A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático)… Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.
    Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.
    Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma utoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa???
    Acho que sim.

    Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos.

    Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.
    Patog. FMRP - USP

    Opinião pessoal:

    Gostaria que você, especialmente que recebeu este e-mail, o repasse para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer.

    Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a fim de antecipar a próxima guerra. Conto com sua participação, no envio deste e-mail..

    Celso Luiz Borges de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP

    Tel: (19) 3233-1840 Celular: (19) 9136-6472 e-mail´s:
    Celso@ufba.br; celso@agr.unicamp.br; celsoborges@gmail.com

    Email do autor: celso@agr.unicamp.br