Tropa de Elite nas escolas
“O filme Tropa de Elite deveria ser obrigatório nas escolas. Mais do que a envolvente denúncia da banalização do mal no Brasil, na qual policiais e bandidos se transformam em animais e criminosos, o filme provoca uma reflexão sobre a responsabilidade individual.
O inocente consumidor de maconha, sentindo-se conectado com a natureza ou com a leveza espiritual, ou o alto executivo que consome cocaína são apresentados também como sócios do tráfico –e com razão.
É fácil apenas culpar o governo, a polícia, os traficantes, e assim por diante. Mais difícil é nos culparmos –e, aí, está um dos problemas brasileiros. A culpa é sempre dos outros”.
A opinião é do jornalista Gilberto Dimenstein, na Folha.
*Eu acho que o filme deveria também ser exibidido no Congresso Nacional, para que os parlamentares tomem conhecimento da terrível realidade da insegurança pública neste pais, pois muitos deles demonstram não saber de nada -ou fingem que não sabem.




20 outubro 2007
8:51 am
Nº 5336
Edson, sou totalmente contra essa estúpida, imbecil e ineficaz contra o tráfico. O ser humano se droga desde o tempo das cavernas e sempre vai se drogar, independente de lei ou não. Governos são cruéis. Permitem que o ser humano se drogue apenas com produtos que geram impostos, como bebidas alcoólicas e medicamentos. Pagou, é permitido! O combate às drogas só gera bandidos e mortes. Os governos apregoam que proibem as drogas porque elas são prejudiciais à saúde. Tudo bem, mas você conhece alguma clínica do governo trate a dependência? Não existe nenhuma. Mas se você pagar imposto, pode comprar 10 litros de cachaça em qualquer bar ou supermercado e se drogar até morrer. Pode comprar cartelas de psicotrópicos com recenita médica e também se afundar no vício. A população é manipulada, mas nunca orientada. Todos são contra as drogas porque não tem pensamento próprio. Muitos pais permitem e acham bonito ver o filho beber, mas são contra outros tipos de drogas. Se o filho fuma crack e mata, é um bandido drogado. Se enche a cara de cachaça e mata alguém atropelado, é tragédia. A linha é tênue, mas ninguém consegue enxergar. É uma pena. A solução? Não sei. Só sei que essa guerra ajuda a aumentar mais a criminalidade e o número de mortes em todo mundo. Esse problema precisa ser repensado. A proibição nunca resolveu nada. Pelo contrário. Só aumentou e fortaleceu o tráfico, além de aumentar a corrupção policial. Pense nisso!
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20 outubro 2007
9:11 am
Nº 5339
Acho que todo tipo de droga deveria ser proibido.Traficante é uma praga.Deveriam morrer todos.Nós que temos filhos adolescentes,que são a mira desses criminosos sem alma,não temos sossego,só Deus para protejê-los das envestidas dessa gente que só quer saber do lucro fácil,só Deus mesmo porque a polícia,infelizmente ,tem se mostrada ineficaz.
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20 outubro 2007
9:14 am
Nº 5340
Edson sempre tive a convicção que “mente parada é oficina do diabo”, ou seja, o preso deveria ocupar seu tempo, e de que forma? Já que este causou danos à sociedade, porque não colocá-lo para trabalhar e destinar o salária que poderia receber para ressarcir esses danos. Estaria reeducando o indivíduo e aplicando o dinheiro público em outras áreas, pois cada preso no Brasil custa em média R$ 2.500,00 por mês (só os normais, Fernandinho, Marcola, etc, custam pelo menos dez vezes mais). Recebi um e-mail de como funciona o sistema carcerário japonês e acredito que é o caminho a se tomar no Brasil, se quisermos baixar o índice de criminalidade. Aí vai: é um pouco extenso, mas vale a pena ler.
SISTEMA CARCERÁRIO JAPONÊS
A filosofia que dirige o sistema carcerário japonês é diferente da que rege todos os outros presídios ocidentais, que tentam reeducar o preso para que ele se reintegre a Sociedade. O objetivo, no Japão, é levar o condenado ao arrependimento. Como errou, não é mais uma pessoa honrada e precisa pagar por isso. “Além de dar o devido castigo em nome das vítimas, o período de permanência na prisão serve como um momento de reflexão no qual induzimos o preso ao arrependimento”, explica Yutaka Nagashima, diretor do Instituto de Pesquisa da Criminalidade do Ministério da Justiça.
Os métodos para isso são duros para olhos ocidentais, mas em nada lembram os presídios brasileiros, famosos pela superlotação, formação de quadrilhas, violência interna e até abusos sexuais. Organização e limpeza imperam. Detentos têm espaço de sobra. Ficam no máximo seis por cela. Estrangeiros têm um quarto individual. Ninguém fica sem trabalhar e não tem tempo livre para arquitetar fugas. O dia do preso japonês começa às 6h50min. Às 8h ele já está na oficina trabalhando na confecção de móveis ou brinquedos. Só pára por 40 minutos para o almoço e trabalha novamente até as 16h40min. Durante todo este período nenhum tipo de conversa é permitido, nem durante as refeições. O preso volta à cela e fica ali até 17h25min, quando sai para o jantar. Às 8h tem que retornar ao quarto, de onde só sairá no dia seguinte.
Banhos não fazem parte da programação diária. No verão eles acontecem duas vezes por semana. No inverno apenas um a cada sete dias. “Não pode ser diferente porque faltam funcionários. Mas damos toalhas molhadas para eles limparem o corpo”, justifica-se Yoshihito Sato, especialista em segurança do Departamento de Correção do Ministério da Justiça.
Apesar das reclamações, quem vêm do exterior, recebem um tratamento melhor que os japoneses: Além do quarto individual, ganham cama e um aparelho de televisão onde passam aulas de japonês. A comida é diferenciada. Não é servido nada que desagrade religiosamente qualquer crença de um povo. Para os arianos, por exemplo, não é oferecida carne bovina.
O Japão não aceita acordos de extradição. Afinal, como causou sofrimento à população, o criminoso tem que pagar por isso no Japão mesmo.
Logo ao chegar à penitenciária, os presos recebem uma rígida lista do que poderão ou não fazer: Olhar nos olhos de um policial, por exemplo, é absolutamente proibido. Cigarro não é permitido em hipótese alguma. Na hora da refeição o detento deve ficar de olhos fechados até que receba um sinal para abri-los. Qualquer transgressão a uma das determinações e o detento termina numa cela isolada. Apesar de oferecer tudo o que teria num quarto normal (privada, pia e cobertor), ela tem pouca iluminação. Se houver reincidência na falha, será punido com algemas de couro, que imobilizam os braços nas costas. Sem a ajuda das mãos, o preso tem que comer como se fosse um cachorro. Também tem dificuldades para fazer as necessidades fisiológicas.
Assim, conhecido o caso japonês, é interessante ver que nenhuma ou quase nenhuma “Ong” de direitos humanos interfere no sistema, dita políticas ou o governo permite que Senador (como fez, numa ocasião, o senador Eduardo Suplicy) durma entre os presos, sob a justificativa de impedir represálias do Estado após rebeliões.
* Aliás como se diria “rebelião de preso” em japonês?
Esta expressão, lá, não existe..
LÉO G. MEDEIROS – CEL PM RR
http://www.jornaltribuna.com.br/opiniao.php?id_materia=14219
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20 outubro 2007
9:34 am
Nº 5348
Pais se preocupam demais com traficantes e se esquecem de seus filhos. Saibam que todo jovem que entra no mundo das drogas têm problemas familiares. O problema está na família, não nas drogas ou no traficante. Esse só lucra onde todos falharam. A polícia, idem. Só entra depois que todos falharam. O curioso, é que todos exigem que a polícia resolva o que eles não conseguiram consertar.
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20 outubro 2007
12:36 pm
Nº 5374
Com a overdose de violencia e palavriado obsceno nesse filme, sera que vai ser bom mesmo passar nas escolas ?
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20 outubro 2007
2:32 pm
Nº 5384
O Congresso Nacional devia assistir “A tropa do delito”, filme de ação com José Dirceu, Delúbio Soares, Marcos Valério e outros, uma refilmagem do clássico“Ali Babá e os 40 Ladrões”.
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20 outubro 2007
5:27 pm
Nº 5398
Prezado HGR, poucas vezes li algo tao bem escrito quando o assunto são drogas. Concordo plenamente com vc. Parabens, vc escreveu muito bem. Sem reflexao nao há formacao do pensamento.
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21 outubro 2007
12:08 pm
Nº 5421
Só se for pra um professor “bem cabeça” comentar. Porque o que a direitoza quer mesmo é que todos achem que matando todo mundo se resolve as coisas.
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