Enquete: passeata contra a violência

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Estão estudando fazer mais uma passeata contra a violência em Maringá, por causa do cruel assassinato da menina Márcia Constantino.

Em Sarandi, onde morava Márcia, vai ser quinta-feira.

Na última vez que fizeram isso em Maringá - quando o empresário Rubens Orlandini foi assassinado - deu em nada. O governo estadual nem deu bola.

Você acha que passeatas resolvem o problema da insegurança?

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Por: Edson Lima

21 Comentarios

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  1. Gersão


    Nº 5639

    Não sei se resolve, só sei que este governo de mer… não tratou de fazer nada para dar segurança à população. Aliás, estão relaxando e gozando da nossa cara. Faz tempo que tenho VERGONHA das autoridades deste país!

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  2. Tamanho do texto:
  3. Gersão


    Nº 5643

    Passeata prá que? O Coronel Moringa deveria estar policiando as ruas de Maringá. Não estão nem aí com a “paçoca”!

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  5. Junior Bataglini


    Nº 5649

    É uma maneira da sociedade desabafar, mas não adianta nada.
    Enquanto muitos filinhos de papai continuarem a financiar a violência comprando drogas, não á governo que de geito.A propria sociedade cria esses monstros, com ostentação, educação dos filhos e de filhas, nem idade tem, e as mães começam a produzir a menina, que fica parecendo adulta, programas de tv ajudam também. Que prendam esse monstro, e que a sociedade mude, olhe além do umbigo.

    Email do autor: f.bataglini@ig.com.br

  6. Tamanho do texto:
  7. New Hope


    Nº 5650

    Se passeata resolvesse alguma coisa, na época da ditadura militar nos idos de 64 não teria existido. Aliás, passeata no Brasil ultimamente só tem servido para protestos do MST em Brasília.Quantos protestos temos visto e providências tomadas pelas autoridades nenhuma.

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  8. Tamanho do texto:
  9. Paula


    Nº 5652

    Antigamente as passeatas eram importantes e muitas delas ficaram históricas,mas atualmente é uma estratégia com pouca eficiência,a não ser que aconteça alguma coisa de errado,algum tipo de atitude mais exaltada para ser notada como tal.
    Dá nada não…

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  11. Rogério


    Nº 5653

    Fico pensando: cade nossos deputados nessa hora? Ficar votando aumento ou aposentadoria milionária é facil, mais cade a atuação deles junto ao governo?
    Não q não seja responsabilidade do Governador. Mais falta representatividade da nossa cidade junto ao governo do estado e isso é fato.
    Mais não é só falta de atuação de nossos deputados, a culpa tbm é dos proprios eleitores q muitas vezes votam em candidatos de outras regiões, enfraquecendo nosso quadro representativo na Assembléia Legislativa.

    Agora passeata, só se for pra alguem querer se aparecer em cima dessa tragédia.

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  12. Tamanho do texto:
  13. Helio Nudi


    Nº 5654

    Se passeata resolvesse o Rio de Janeiro seria a melhor cidade do mundo para se viver, aqui fazem passeata para tudo, infernizam o centro, param o transito um inferno e nao resolve p…. nenhuma.

    Email do autor: h.nudi@hotmail.com

  14. Tamanho do texto:
  15. Álvaro Torres


    Nº 5655

    O problema é quem organiza essas passeatas. Se for os mesmos que organizaram as de São Paulo e do Rio de Janeiro, será mais um fiasco. É aquela meia-dúzia de adepta da idéia de que a culpa pelos crimes é mais individual do que social. Parecem siri na lata — quem os ouve de perto têm a impressão que está diante de uma tempestade. Ou de um galo garnizé, que pensa ser um gigante — o rei do terrero. Será difícil tirar peixe deste pesqueiro.

    No fundo, são os patrocinadores da violência. Analisar as coisas com discernimento não é com eles. Suas palavras arquitetadas em sentenças sinuosas, repetitivas e falsamente construídas não cabem nem em romances policiais. Seus termos são toscos. Suas frases são provocações. O filósofo existencialista Jean Paul pode nos ajudar nessa hora: “O importante não é o que fizeram de nós, mas aquilo que fazemos com o que fizeram de nós.”

    Email do autor: alvarotorres@estadao.com.br

  16. Tamanho do texto:
  17. Mário


    Nº 5667

    Na verdade temos armas mais eficazes que estas passeatas. Vamos enviar mensagens para os e-mails dos deputados de Maringá e do governo do Estado. Eles podem não ler, mas seria um transtorno esse povo recebendo milhares de mensagens nos próximos dias. Então vamos lá, eu já estou redigindo a minha.

    Email do autor:

  18. Tamanho do texto:
  19. Chevette


    Nº 5668

    Não, nem se quer repressão intensa em se tratando de um país de miseráveis…

    Email do autor: ticorinthians@bol.com.br

  20. Tamanho do texto:
  21. passarion


    Nº 5678

    Protestos populares são para chamar cobrar ação policial contra o banditismo organizado (e o desorganizado). Neste fato em si. Pouco o policiamento poderia prevenir, pois trata-se de ação de um maníaco. É claro que ruas mais policiadas e uma polícia mais eficiente pode dificultar a ação destes indivíduos. Mas a única solução possível é a identificação do culpado e sua eliminação, digo, exclusão da sociedade.

    Email do autor: passarion@yahoo.com.br

  22. Tamanho do texto:
  23. pingo


    Nº 5680

    O problema é que nossas leis são arcaicas e não funcionam,bandidos,políticos corrúptos,assassinos perderam o medo da lei,não se tem uma punição rigorosa à estes, fora direito humano que só vale para bandidos.O povo de bem e sua família esta perdendo espaço para bandidos e políticos que temos que sustentar com impostos.

    Email do autor: fantyjose@bol.com.br

  24. Tamanho do texto:
  25. Leonel João Galacini


    Nº 5681

    Concordo com o Álvaro Torres quando diz:”O problema é quem organiza essas passeatas.” Se for o povo ordeiro não conseguirá nada. Qualquer tipo de passeata tem que ser comandada e organizada por profissional. No Brasil só tem um grupo que é especialista nisso, a turma da esquerda - PT, MST, CAMPEZINA e outros mais ligados a movimentos desse tipo. Tem que sair as ruas com bandeiras de pano pregada em cabo de vassoura, foice, facão e impor ameaça contra os governantes, no caso o governador. Só assim serão ouvidos, caso contrário é perder tempo.

    Email do autor: leonelgalacini@msn.com

  26. Tamanho do texto:
  27. Luiz Bortolotto


    Nº 5695

    Aqui em Londrina, depois do assassinato de um estudante dentro da sua própria casa, após uma tentativa de assalto, o povo saiu às ruas e o que se viu, e continua se vendo, são duplas de policiais, na verdade cadetes, em quase cada esquina do centro. Diminuiu e muito a criminalidade aqui. Claro que não acabou, mas diminuiu sim. É visível que dos que são assassinados atualmente, 85% são bandidos.

    Email do autor: luizbortolotto@gmail.com

  28. Tamanho do texto:
  29. Junior Bataglini


    Nº 5728

    Como disse anteriormente, passeata serve para desabafo, e não importa quem vá nela, independente de ideologias politicas, religião ou qualquer que seja a istituição. Não julgo pessoas por terem alguma ideologia, em todas classes, profissões tem gente que não presta e quem é honesto. Em todas classes, médicos, advogados, engenheiros, e etc…
    Agora criticar as pessoas, ai não né.

    Email do autor: f.bataglini@ig.com.br

  30. Tamanho do texto:
  31. beto multimida


    Nº 5730

    Edson, passeata não dá em nada, ninguem mais fala no assassinato do empresário Rubens e nem do estudante de medicina Tiago (aquele que foi morto na boate) e agora mais uma vítima, essa criancinha indefesa. Chega de passeata, tem que mudar as leis do Senado, leis mais severas pra esses crimes hediondos, prisão perpétua e pena de morte, ah, e redução da mioridade penal pra no mínimo 15 anos, tô revoltado.

    Email do autor: betomultimidiacm@hotmail.com

  32. Tamanho do texto:
  33. ailton moreno


    Nº 5736

    faser uma passeata com todos os menbros da sociedade de mga
    policos empresaris em fim todos afinal atinge a todos as crasse ai pode se que fassam alguma coisa ai fica a pergunta ate quando

    Email do autor: ailotnmga@holmail.com.br

  34. Tamanho do texto:
  35. Tatiana


    Nº 5741

    Me diz pra que fazer passeata. SEe nada resolve os governos estao nem ai para o povo a populaçao o que vale pra eles sao os salarios grandes que eles recebem, e vamos combina nao é o governo que tem que fazer alguma coisa é o ser humano que tem que tomar vergonha na cara e para de fazer maldade.Do que adiante as policias ficarem na rua se na propria igreja ta tendo pessoa sem carater, muitas vezes é pai matando filho dentro da propria casa,a policia nao tem bola de cristal para adivinha as coisas. So pesso a Deus que um dia o ser humano para de fazer tanta maldade um com o outro, e os pais da Marcia deve estar bem conciente que isso nao vai da em nada, se tivesse pena de morte ai sim ninguem ia ser louco de tira a vida do outro sabendo que depois a dele ia pro ares tbm. Que Deus de força pra familia de Manina Marcia.Amem

    Email do autor: tsantosferreira@hotmail.com

  36. Tamanho do texto:
  37. Marcelo Del Trejo


    Nº 5775

    Acho estranho esse povo falar de condições sociais, e tentar justificar bandidagem. Não há dúvida de que uma favela vá produzir mais bandidos do que um bairro nobre. Não quero com isso dizer que todos os favelados são bandidos, ou que os moradores de bairros nobres são automaticamente santos. Não se trata disso. Mas como explicar o que acontece em Maringá? Aqui não temos favelas. Temos bairros pobres, sim, mas favelas não temos. E quem discorda disso é porque nunca esteve em uma. Mesmo nossos bairros mais pobres estão anos-luz a frente de uma favela. Pode-se alegar que falta escola ou que a qualidade é ruim. Não falta, temos escolas e vagas o suficiente. E quanto a qualidade, bem, até dois anos atrás eu era aluno da UEM, e na minha turma praticamente todos foram alunos de escolas públicas de Maringá. Desemprego? Sou consultor de empresas, e o que vejo nos meus clientes é justamente o oposto, vagas disponíveis que não são preenchidas. Aliás, Maringá é líder na geração de empregos. E o que está acontecendo então? Por que esse aumento tão grande da violência? Difícil dizer, mas o que se percebe é que os argumentos típicos de quem tenta justificar a bandidagem não se aplicam, ou se aplicam mal, à Maringá. O cara não estuda porque não quer, não trabalha porque é vagabundo, e depois põe a culpa na sociedade. Creio que já passou da hora de pararmos de passar a mão na cabeça de bandido, e entendermos quem tem gente que não presta mesmo. Simples assim. A esses, o enfrentamento.

    Email do autor: deltrejo@yahoo.com

  38. Tamanho do texto:
  39. Anônimo


    Nº 12784

    Não li nenhum comentário, mas minha opnião é não, se resolvesse teríamos menos acidentes. O que deve ser feito é investir o dinheiro da segurança pública melhor. Reestruturar, para que assim acabe de vez com os traficantes, e sem dó, prender a todos que cometem esses crimes, mas sem cela especial. Queria ver se isso não seria bom exemplo.

    Outra coisa Edson, deixo minha indignação, porque o que observo neste fim de ano, que é só o centro de Mgá que precisa de segurança, esses dias saí a noite e percebi que não tinha nenhuma viatura, muitos menos policiais nas principais avenidas e ruas de Mgá, enquanto que no centro (avenida Brasil), os policiais, militares, civis e públicos (SETRAN) estavam circulando e conversando, quase trombando um no outro.

    Gostaria que você fizesse um comentário aqui, afinal esse blog é visto por muitas pessoas, talvez assim, as Autoridades se concientizasse que os bairros precisam de segurança tanto qto outro lugar de Maringá.

    Agradeço!

    Email do autor:

  40. Tamanho do texto:
  41. Alanys


    Nº 53706

    NÃO ADIANTA NADA!
    muitas pessoas acha que fazendo isso vai melhorar, pois nao melhora em nada, porque enquanto as outras fazem coisas ruins continua fazendo e a policia esta pouco se “lixando”.

    Email do autor: nanylindafadinha@yahoo.com.br