Delazari suspeita do Galo/Adap

Categorias: Esportes, Polícia
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Ai, ai, ai…

A coisa começa a ficar compricada (né não, Eduardo Santos?)

Está no Jornal do Estado.

A polícia do Paraná suspeita que o suposto esquema armado pelo ex-presidente da Federação Paranaense de Futebol (FPF), Onaireves Rolim de Moura - preso na última terça-feira - para desviar dinheiro da entidade tinha um braço que negociava até mesmo o acesso de times de séries inferiores para as superiores, com a compra de resultados.

O caso sob suspeição é o do Galo Maringá, que subiu da segunda para a primeira divisão em 2005. Atualmente, o clube uniu-se com a Adap, que era de Campo Mourão, e criou o Adap Galo.

“Há depósito de quantia significativa do clube de Maringá que não tem justificativa e não há contabilidade para esse depósito” disse o secretário da Segurança Pública do Paraná, Luiz Fernando Delazari. “Há alguns indícios de que isso teria sido em decorrência da ascensão desse time da segunda para a primeira divisão do Paranaense. As suspeitas são sérias e muito fortes de manipulação de resultados.”

*Continuo com minha opinião. Conheço o dono do Galo/Adap, Marcos Falleiro, e duvido que ele tenha feito algo ilegal. Não precisa disso.

O único erro de Marquinhos foi ter se metido com futebol, que é um antro. Já falei isso pessoalmente a ele.

Por: Edson Lima

14 Comentarios

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  1. Tonio Carlo


    Nº 7941

    Quem era o presidente da época?

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  3. Armando


    Nº 7949

    IIIIIIII, A COISA VAI FEDER.

    Email do autor: knalhasa@hotmail.com

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  5. hulk


    Nº 7955

    -Maringa, sempre na midia.

    Email do autor: wilsonlyon@hotmail.com

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  7. Junior Bataglini


    Nº 7959

    Edson, não estão aprontando para ele, nunva fui fã dese time, mas a pessoa do Marcos, parece hidonia.

    Email do autor: f.bataglini@ig.com.br

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  9. Gesse


    Nº 7970

    Isso é coisa dos timinhos da capital.
    Tudo pra desestabilizar o Galo e impedir
    a conquista da Libertadores e do Mundial…

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  11. Luiz Bortolotto


    Nº 8004

    Deveriam investigar o trio de ferro da capital Esses sim já fizeram mil acertos com a FPF. O caso mais recente foi o jogo entre Paraná x Galo pelo Paranaense desse ano, em que marcaram um pênalti inexistente e ainda o desgraçado do juiz expulsou 2 jogadores.

    Mas o caso mais marcante, e vocês vão se lembrar, foi aquele “gol” em que o jogador do Atlético chutou, a bola passou a quilômetros do gol, e mesmo assim validaram. Foi contra o time do pilantra do Marco Aurélio (acho que é esse o nome), o dono do Grêmio Maringá.

    Email do autor: luizbortolotto@gmail.com

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  13. Poi


    Nº 8011

    Gesse. Esta sua foi boa. Gostei.

    Email do autor: scmello@brturbo.com.br

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  15. maurizio


    Nº 8019

    adoro futebol mas da máfia futebolistica pode-se esperar tudo!por isso deixei de ser sócio do galo adap! ja fui ROUBADO (os dirigentes da época:1 ta morto, 2 foram/são políticos..) por 2 vezes com chamadas de capital do gremio maringa/vale azul, espero não ter sido novamente roubado!

    Email do autor: mauriziomlima@pop.com.br

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  17. reinaldo


    Nº 8027

    Fãs assiduos de futebol que me perdõem, mas já há algum tempo que não acredito mais no futebol, pra mim os campeonatos quando começam, já ta combinado entre eles quem é que vai ganhar esse ano.
    Tudo no Brasil tem esquema por baixo do pano, com o futebol não ia ser diferente.

    Email do autor: reinaldo1601@hotmail.com

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  19. Bartolomeu


    Nº 8049

    Me perdoe Édson. Mas não tenho o mesmo pensamento que o seu. Tenho lá minhas dúvidas que alguém entre numa dessas aí de alegre. Mas opiniões, são meras opiniões.

    Email do autor:

  20. Tamanho do texto:
  21. cezar


    Nº 8056

    Caro Edson Lima.

    Como grande parte dos brasileiros, adoro o futebol. Bem, acho que nem chega mais a maioria.

    Pode me chamar de “viúvo” do Grêmio - aquele, que este ano comemoraria 30 anos de um título, que diga-se de passagem, a imprensa maringaense, por razões estranhas, nem sequer fez qustão de lembrar - mas, voltando a realidade, vivo uma grande espectatica, o de uma limpeza nos setores futebolisticos de Maringá.

    Quero sua ajuda para criar um movimento, uma campanha de verdade: “VAMOS RESGATAR O TIME DA CIDADE”- com jogadores de nossa região, sem estes xxxxxxxxxx envolvidos.

    PLANO: - disputa a terceira - só jogos aos domingos, assim o jogadores trabalhariam normal durante a semana.

    ingressos: R$ 5,00 - o que der de renda(eu acho que lota o estádio)= os jogadores dividem - após as taxas de arbitragem e prefeitura.

    fazemos uma campanha junto a ACIM para bolas e junto a TCCC para transporte e o Marcos Falheiros, forcene só o jogo de camisa.

    o técnico pode ser o Reginaldo Dias ou o Almeida, ou porque não os dois.

    Tenho certeza que a gente não faria feio, e para a aqueles que acha insto impossível, olhe os times que estão subindo para a série B com brasileiro, e entenderão.

    Bem, eu deixaria de ver meu Palmeiras para ver o velho Grêmio, e pagaria com gosto os cincão.

    Desculpe-me, mas ADAP???????

    Obrigado.

    Edson Lima diz: Parece fácil….

    Email do autor: historiahoje@ig.com.br

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  23. Álvaro Torres


    Nº 8079

    César:

    Acho sua idéia legal, mas no mundo do futebol de hoje ela não funciona. Aquela velha máxima de que o importante é competir cedeu lugar à disputa acirrada pelos bilhões de dólares que circulam nesse mundo rarefeito. Saiu de cena o jogador respeitado pelo seu talento para entrar o atleta — ou técnico — temido por sua força, por seus gritos. Hoje, o futebol-brucutu é regido pela égide da ciranda financeira. Os berros dos técnicos têm o mesmo efeito da antiga gritaria dos operadores das bolsas de valores. Um título futebolístico tem papel tão derivativo quanto mudanças na cotação do peso argentino em relação ao dólar no futuro ou a taxa de juros embutida numa ação da Petrobras.

    Nelson Rodrigues dizia que as seleções brasileiras do passado não ganhavam os jogos nas Copas porque temiam os adversários europeus. Segundo ele, quando nossos atletas viam aqueles jogadores pela frente se sentiam inferiorizados. Afirmava que a seleção brasileira possuía um certo complexo de inferioridade, chamado por ele de “complexo de vira-latas”. Nelson Rodrigues profetizou que quando acreditássemos no nosso próprio potencial, nas nossas próprias qualidade e habilidades, conseguiríamos dominar o mundo da bola. As coisas não aconteceram bem assim.

    Foram necessários os gênios de Pelé e Garrincha para nos encher de moral nos campos. Depois vieram Zico, Falcão, Sócrates, Romário, Alex, Giovanni, Robinho. Mas chegaram também, como peças-chaves, Elzo (alguém se lembra dessa invenção de Telê Santana?), Dunga (alguém se lembra da “era Dunga”?), Emerson. Chegaram também os contratos com a Nike, com a Ambev, com a Coca-Cola. E sumiram os lances que ninguém sabe explicar como acontecem, que exigem uma reflexão a respeito, um esforço qualquer de fruição, de tradução do que é rarefeito, de compreensão daquilo que não é imediato, berrante, visível.

    Email do autor: alvarotorres@estadao.com.br

  24. Tamanho do texto:
  25. Marcos A. Falleiro


    Nº 8194

    Edson, voce tem toda a razão, pode confiar em mim.
    Fiz uma grande cagada sim, ter entrado no futebol, e voce e alguns amigos me alertaram, com toda a razão. Agora preciso esclarecer tudo pra depois sair, pois não posso deixar nada mal esclarecido.

    Abraço e obrigado pela confiança.

    Marcos A. Falleiro

    Email do autor: marcos@mafalleiros.com.br

  26. Tamanho do texto:
  27. Luiz Bortolotto


    Nº 8219

    Falleiros, manda o Delazari enviar mais policiais e viaturas pra Maringá ao invés de ficar procurando chifre em cabeça de cavalo!

    Email do autor: luizbortolotto@gmail.com