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Há três anos, em 2005, morria o papa João Paulo II.
Muita gente sente falta dele.
Há três anos, em 2005, morria o papa João Paulo II.
Muita gente sente falta dele.
Postado
em 2-abril-2008 às 5:58 am.
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2 abril 2008
7:54 am
Nº 26043
Eu até respeito por ser uma pessoa, mas não faz falta prá mim não Edson
Email do autor:
2 abril 2008
9:40 am
Nº 26075
não
sei
como
ainda
já
não virou “santo intercessor”
dos
católicos romanos…..?????????????
Email do autor: redered@wnet.com.br
2 abril 2008
9:54 am
Nº 26081
Conseguiu colaborar para queda do regime comunista, teve ampla influência em todo mundo.
Email do autor:
2 abril 2008
9:55 am
Nº 26083
Todo dia é a mesma coisa.
Cadê o respeito aos outros?
Aos olhos dos católicos o Santo Padre, Papa João Paulo foi e é um líder espiritual e uma referência moral e da fé romana.
RESPEITO.
Do contrário, vamos transformar isto aqui em uma Irlanda!!!
Protestantes X Católicos!!!!!!!
Se manca cara!! cada um na sua e com respeito.
Seu telhadinho (dos evangélicos é de vidrinho, daqueles bem fininho!!!!!) então vamos ver o que há de melhor entre voces, porque existem coisas boas e gente boa com boa fé e boa vontade e vamos nivelar a discussão pelo que houver de melhor não de pior.
Assim como nos católicos.
Se não quer respeitar, cala a boca, seja ao menos educado. Eu sei que é dificil!!! mas tenta.
Para deixar bem claro, tenho pelos evangélicos assim como todas as demais religiões e credos o mais absoluto respeito.
Prof. Paulo Vergueiro
Email do autor: paulovergueiro@bol.com.br
2 abril 2008
10:34 am
Nº 26092
Apoiado 100%, Paulo Vergueiro.
Provavelmente, quando o Edir Macedo morrer, aí sim vai ser uma grande perda pra humanidade.
Já passou da hora do V.R. respeitar os de credo diferente.
Email do autor: luizbortolotto@gmail.com
2 abril 2008
11:51 am
Nº 26102
ao pré-fessor Paulo Vesgo-e-eiro….
se tú és cego espiritual,
o que posso fazer ???
o pior cego é aquele que não quer enxergar.
quando opino sobre
CRISTO e SUA PALAVRA e SUA OBRA,
falo daquilo que sei, estudei, estudo, ministro, entendo e domino.
e
sempre que possível for,
denunciarei com veemência,
os desvios doutrinários de SUA OBRA, AS DESOBEDIÊNCIAS QUE COMETEM EM SEU NOME, E O USO FALSO DE SUA PREGAÇÃO.
só isso meu caro……
quem quer ser CRISTÃO,
tem que seguir somente o que Cristo disse, ensinou e denterminou…..
o resto…..pode ser tudo,
menos Cristianismo……
deu para entender…..
quanto ao cidadão, político e estadista João Paulo II,
realmente foi brilhante e carismático, só isso….
na área Cristã,
ele foi o maior “fabricante”
de ídolos da história mundial
( canonizou mais de 500 pessoas católicas mortas,
dando
a elas o “poder”
de interceder pelos vivos;
e
isto é aberração,
e abominação,
é maldição,
perante os olhos de Deus Pai Iavé,
o Criador do Mundo, seu, meu, e daqueles que crêem e daqueles que não crêem também) …
e disse Jesus:
..”para que todos Honrem o Filho,
como Honram ao Pai(YHWH).
Quem NÃO HONRA o Filho
NÃO HONRA o Pai, que o enviou.
Na verdade, na verdade,
vos digo que
quem OUVE A MINHA PALAVRA e CRÊ
naquele que me enviou
tem a vida eterna
e
não entrará em CONDENAÇÃO,
mas passou da morte para a vida.”…..
Evangelho de João-cap.5-vers.23,24….
Email do autor: redered@wnet.com.br
2 abril 2008
11:53 am
Nº 26103
Pra mim:
todo mundo é igual, ou seja, pecador, somente 1 foi santo e é o intermediador entre nós e Deus, e todos, pelo menos no Brasil, já sabem quem é, então ficar discutindo e ofendendo não leva a lugar algum. Se eu quiser pedir para uma pedra me ajudar, problema meu, porém graças a Deus to livre dessa.
Email do autor: cml@onda.com.br
2 abril 2008
12:07 pm
Nº 26105
Sr. Valdir Rossi, percebe que não debocho de seu nome? a isto se da o nome de educação pessoal e familiar.
Sr, Valdir Rossi, Advogado e Empresário, percebe que não debocho de sua profissão? a isto se da o nome de educação, ética e respeito.
E quem disse que voce tem autoridade para questionar um papa?
Talvez lhe falte a humildade que sobrou nele, João Paulo.
De resto, desejo-lhe que a força da oração lhe dê a vista da sociede que não tem.
O sr. é o mesmo que disse que quer jogar o carro nas pessoas que atravessam a sua frente? o mesmo que disse que a maconha é menos ruim que a politica?
AAAHHHHHH, então começei a entender o senhor. Infelizmente.
Professor Paulo Vergueiro
Email do autor: paulovergueiro@bol.com.br
2 abril 2008
2:11 pm
Nº 26123
João Paulo II? Ué, ele morreu? hehehehehe
Email do autor: gersaoazevedo@bol.com.br
2 abril 2008
3:19 pm
Nº 26148
V.R, acho que o senhor deveria respeitar um pouco mais os que crêem na Religião Católica, como também é um dever dos Católicos, respeitarem os Evangélicos, Mulçumanos, Budistas…Lí em seu post, que você ministra, estuda e domina, resumindo é um expert no assunto, melhor que todos os padres, bispos, cardeais e o papa, que bom que você é tudo isso como MINISTRO EVANGÉLICO, porque como ADMINISTRADOR DE UMA REDE POSTOS, FRACASSOU…
Email do autor:
2 abril 2008
3:58 pm
Nº 26159
a bíblia responde aos “religiosos” assim:
…” Pedro e os outros apóstolos responderam:
È PRECISO O B E D E C E R ANTES a DEUS
do que aos HOMENS.”….
Atos dos Apóstolos-cap.5 - vers. 29…………….
e
mais,
..” Assim diz o Senhor(YHWH):
Maldito é o homem que confia no homem
e
faz
da humanidade mortal
a sua força.”……..
Livro de Jeremias-cap. 17 -vers. 5
(=bom ler todo o cap. 17,
para ver o que Deus acha e faz com os religiosos enganadores e usurpadores de sua Palavra)…..
Email do autor: redered1@wnet.com.br
2 abril 2008
4:04 pm
Nº 26160
compelementando o comentário acima:
a igeja católica romana,
foi
fundada
no ano de 312 d. C. (depois de Cristo)
pelo
Imperador Constantino,
e
universalizada goela abaixo,
no ano de
325 d. C.
no Concíclio de Nicéia.
potanto,
uma religião criada por mãos humanas….
Email do autor: redered1@wnet.com.br
2 abril 2008
4:59 pm
Nº 26172
Edson, o texto um tanto longo, portanto é uma boa resposta ao Sr. Valdir Rossi, para ele saber que estudar os Evangelhos, Lutero também estudou…
Sds…
™”O demônio é protestante”
Testemunho de minha conversão ao Catolicismo
Fonte: Luis Miguel Boullón, disponível em http://www.fluvium.org/textos/lectura/lectura201.htm
O tempo em que procurava objeções
“O demônio é protestante”, foi a primeira frase que pronunciei, depois de minha conversão, àqueles que me ouviram por mais de doze anos como seu pastor. O escândalo foi muito grande. Alguns já tinham notado que minhas férias foram muito precipitadas e talvez até exageradamente prolongadas.
Foram umas férias raras inclusive para minha família, que me via reticente às práticas habituais em casa, como a leitura e explicação da Bíblia. Já tínhamos tido demasiadas desavenças por causa de meus novos pensamentos.
“No princípio era o Verbo”
Recordo-me vividamente dos primeiros movimentos de raiva que tive ao ler um artigo em uma revista. Eu achava que a nota era demasiado radical em suas afirmações, demasiado rotunda para o que eu estava acostumado a ler.
Não me deixava muitos ‘flancos’ descuidados por onde atacar. Ou refutava o centro do assunto ou não tinha sentido esmiuçar três ou quatro aspectos como se me havia ensinado a realizar de forma automática e inconsciente. Geralmente os católicos têm como que uma certa vergonha em mostrar todas as cartas sobre a mesa, e como não mostram tudo com clareza, é muito fácil atear fogo a suas tendas de campanha, porque deixam demasiados lados frouxos.
Pessoalmente nunca recorri ao que agora entendo como “lendas negras”, porque me parecia que era pouco condizente debater baseando-me em misérias pessoais ou grupais sem haver derrubado a própria lógica de sua existência. Fiz isto com algumas seitas ou com temas como a evolução ou alguns direitos humanos, segundo são normalmente entendidos.
Reconheço que muitos dos que neste momento eram meus irmãos caem nesse erro, tratando de derrubar moralmente o “adversário” dizendo-lhe coisas aberrantes sobre sua fé. Mas basta um bom argumento, e bem plantado, para que alguém se veja obrigado a retirar-se às trincheiras da Bíblia e não querer sair dali até que o temporal que iniciamos se acalme ao menos um pouco. Mas não funciona para todos o mesmo esquema. Muitos não se regem tanto pela razão como pelo prazer de vencer em qualquer contenda.
O artigo em questão me obrigava a pensar só com idéias, porque disso tratava. Meu manual com citações bíblicas para cada ocasião me servia pouco. Qualquer coisa que dissesse seria respondida com outra. Não era este o caminho.
Creio haver estado meditando no problema umas cinco ou seis semanas. Até que resolvi procurar a Paróquia católica que ficava perto de meu templo. O Sacerdote do lugar se desfazia em atenções a cada vez que nos encontrávamos. A verdade é que ele esteve sempre muito mais ansioso de ver-me que eu de vê-lo. Em algumas ocasiões nos víamos forçados a encontrar-nos em público por obrigações próprias da cidade. Mas de ordinário não nos encontrávamos. Era o que agora se chama um “Padre novo”, com uma permanente guitarra nas mãos e muita vontade de acercar-se de mim.
Com complexo de superioridade – Primeira confissão de má fé
Eu aproveitava – Deus me perdoe – para fazer-lhe afirmações que escandalizavam meus fregueses. O pobre nunca entendeu que o ecumenismo muitas vezes serve mais para rebaixar os católicos que para aproximar os separados. Tem-se a sensação de que se a Igreja pode ceder em coisas tão graves e que por séculos nos separaram, então realmente não lhe importam tanto como a nós, que jamais mudaríamos um só jota da doutrina.
Outra coisa que costumava fazer – envergonho-me ao recordá-la – era fazer meus meninos discutir com os da Paróquia.
Os pobres paroquianos se viam em sérios apuros nessas ocasiões.
No fundo eu me aproveitava de que os meninos católicos estavam muito mal formados. Como comentávamos sobre eles: só vão à Paróquia para divertir-se, para repartir coisas com os pobres e para fazer ‘dinâmicas de vida’, mas de doutrina e de Escrituras não sabem nada.
Gostávamos de vencê-los com as coisas mais tontas possíveis. Às vezes surgiam temas mais saborosos, mas com os argumentos normais bastava para ao menos fazê-los calar.
O velho Pároco “le plantó cara con santa paz” [o enfrentou com santa paz]
Esta tarde não estava o Sacerdote de sempre. Havia sido removido da Paróquia por uma miséria humana compreensível em alguém tão “cálido” em sua maneira de ser. Caiu nas redes do demônio sob a tentadora forma de una paroquiana, com a qual nem sequer se casou.
Diferentemente do Pároco de sempre, saiu para atender-me, com uma cara menos comprazida, um Sacerdote velho e com olhar penetrante. Haviam-no ‘castigado’ dando-lhe o cuidado da Paróquia de nosso pequeno povoado. Nos últimos trinta anos a povoação havia passado de majoritariamente católica a uma maioria evangélica ou não praticante.
Eu geralmente o procurava para refrescar minha memória e obter elementos que depois trabalhava como matéria de minhas prédicas, ou para sondar a visão católica de alguma coisa.
O Padre M. não foi tão aberto. Recebeu-me com amabilidade, mas com distância. Apresentei-lhe assuntos de interesse comum e me pediu tempo para aclimatar-se e inteirar-se do estado da Paróquia. Notei que tinham sido arrancados vários cartazes que nós lhes dávamos cada certo tempo e que constituiam verdadeiros troféus nossos plantados em terra inimiga.
Na verdade fiquei um pouco desarmado, mas logramos falar quase de tudo. Quase… porque em doutrina começou ele a morder-me. Eu comecei a responder como de costume, citando com exatidão uma citação bíblica atrás de outra, para provar-lhe seu erro ou minha postura.
Num aperto em que me vi, disse-lhe: “Padre M… comecemos do princípio” E o varão de Deus, a quem supus aborrecido comigo, me disse: “De acordo: No princípio era o Verbo e…”
Comecei a rir nervosamente. Além de me responder com uma frase utilizada na Missa (ao menos na tradicional), imitava minha voz citando a Bíblia!
“Pastor Boullón”, me disse logo, “Não avançaremos muito discutindo com a Bíblia na mão. Você sabe que o demônio foi o primeiro em todo crime… e por isto também foi o primeiro evangélico”.
Isto me caiu muito mal. Insultava-me na cara, tratando-me de demônio! Sem deixar-me explicar o que pensava, adiantou-se:
- Sim… foi o primeiro evangélico. Lembre-se que o demônio tentou a Cristo com a Bíblia na mão!
- Mas Cristo respondeu-lhe com a Bíblia…
- Então você me dá razão, pastor… os dois argumentaram com a Bíblia, só que Jesus a utilizou bem… e tapou-lhe a boca.
Pegou a sua Bíblia e me leu o que eu já sabia: que quando o Senhor jejuava, o demônio levou-O até Jerusalém, e pondo-O no alto do templo repetiu-Lhe o Salmo XC, 11-12: “Porque está escrito que Deus mandou Seus Anjos que Te guardem e levem em suas mãos para que não tropece Teu pé com alguma pedra”
Mas o Senhor respondeu-Lhe com Deuteronômio VI, 16: Mas também está escrito: “Não tentarás ao Senhor teu Deus”. E o demônio afastou-se confundido.
Eu também me afastei, como o demônio, confundido. Senti raiva por ter sido chamado demônio, e pelo que é pior: ser tratado como o demônio no deserto!
Creio que foi a prática mais saudável de minha vida.
Também os demônios crêem, mas não se salvam – A tática do demônio
Cheguei em casa zangado. Sentia-me humilhado e triste. Não era possível que a mesma Bíblia prove duas coisas diferentes. Isto é uma blasfêmia. Forçosamente um deve ter razão e o outro interpreta mal. Busquei ajuda na biblioteca que vinha enriquecendo com o tempo. Consultei vários autores tão ‘evangélicos’ como eu, mas de outras congregações. Não coincidíamos nas mesmas coisas, ainda que todos utilizávamos a Bíblia para apoiar o que dizíamos e demonstrar que os outros se equivocavam.
Armei-me de forças e na primeira oportunidade, caí sobre o escritório paroquial do Padre M. Recebeu-me tão amável como na vez anterior, só que desta vez sua distância era menos taxativa por causa de seu olhar divertido e curioso da razão que me levava outra vez a seu lado.
Fiz-lhe um discurso de meia hora sobre a salvação pela fé e não pelas obras. Conclui – creio – brilhantemente com a necessidade de abandonar a Igreja. Terminei tomando a Bíblia do Padre e li: Atos XVI, 31: “Que devo fazer para salvar-me?, perguntou o carcereiro. Crede no Senhor Jesus – respondeu Paulo- e te salvarás tu e toda tua casa”.
Bebi um gole do chá que ele me havia oferecido e olhei para ele desafiante, esperando sua resposta. Passaram eternos minutos de silêncio.
Quando pigarreei, o Sacerdote me disse:
-”Continuarás a leitura de São Paulo?”
-”Já terminei, Padre M.”
-”Como terminou? Continue! Vá a Coríntios, XIII, 32.
-Li em voz alta: “Ainda que tanta fosse minha fé que chegasse a trasladar montanhas, se me falta a caridade, nada sou”.
-Então a fé…
-A fé… a fé… a fé é o que salva.
-Grande novidade!, disse-me rindo. Não sei bem quem criou a estratégia protestante de argumentar com a Bíblia, mas creio que bem podem ser os demônios que agora encontraram um bom meio para salvar-se.
-Salvar-se?
-Sim. Salvar-se, meu amigo. Acaso não é o Apóstolo Santiago quem nos diz que até os próprios demônios crêem em Deus? E se só a fé salva…
-…
-Não fique em silêncio, pastor… sente-se aqui que se aliviará um pouco. Se quer seguir como o demônio, tentando-me com a Bíblia, lembro-lhe que aí mesmo se nos diz que essa fé não salvará aos demônios, porque “como um corpo sem espírito está morto, a fé sem obras está morta” (c.II). E ainda assim nós católicos não dizemos que seja só fé ou só obras. Quando ao Senhor perguntam sobre o que devemos fazer para salvar-nos, Ele diz: “Se queres salvar-te, guarda os Mandamentos”. Aí tem você a resposta completa.
Acompanhou-me até a porta e me disse: Deixo-lhe com duas recomendações. A primeira é que se cuide de seus irmãos de congregação. Já suspeitam de você por vir aqui tantas vezes. A segunda é que volte quando me trouxer alguma citação bíblica – só uma me basta – em que se prove que só deve ensinar-se o que está na Bíblia.
Fui para casa mais preocupado pelos comentários que pelo desafio. Isto seria fácil.
A Bíblia não é orgulhosa – “Só a Bíblia”
Enquanto procurava uma citação que respondesse ao Sacerdote, dei-me conta de que estava parado no miolo do assunto que pela primeira vez me levou a esta Paróquia com outros olhos. “Se é só a Bíblia”, disse-me, “então o problema do artigo fica resolvido: deve-se provar pela Bíblia ou não se prova”.
Já imaginaram o resultado. Efetivamente não encontrei nada. Em anos de ministério, jamais me dei conta de que o central, isto é, que só se deve crer e ensinar a doutrina contida na Bíblia, não está na Bíblia. Encontrei numerosas passagens bíblicas que dão a mesma autoridade dos ensinamentos escritos na Bíblia às doutrinas transmitidas por via oral, por tradição.
Desde este ponto em diante muitos outros questionamentos foram surgindo na conversa com o Padre M. e da leitura de revistas e de muita literatura escrita com fins apologéticos.
Nadando sem molhar a roupa e sofrendo o pagamento do mundo
Por um momento distrairei a atenção de minhas incursões à Paróquia católica. Talvez seja porque um Sacerdote é essencialmente distinto de um “pastor” protestante, ou talvez pela experiência de distintas ordens (confissão, direção espiritual, etc.), o Padre M. acertou na sua advertência sobre os olhares que meus fregueses me dirigiam por causa dessas visitas “não estritamente ecumênicas”.
Eu ainda não me havia dado conta dessa desconfiança, mas observando com maior atenção notava reticências, censuras e reprovações indiretas. A guerra ainda não se declarava. Só desconfiavam.
Decepcionei-me muito, mas não me deixei vencer pela tentação. O demônio – pensava – me estava tentando com Roma e para isto endurecia os corações.
Passada uma semana de angústias, sentei-me com minha esposa para conversar. Necessitava desabafar-me. Encontrava-me num ponto tal que não queria voltar à Paróquia católica, mas tampouco sentia-me em paz com isto.
Depois do jantar, rezamos com os meninos e eles foram-se deitar. Sentei-me e abri meu coração com minha esposa. Ela tinha sido uma amante confidente e minha companheira de penúrias e alegrias. Escutou-me com atenção.
Suas palavras foram tão simples quanto sua conclusão: devia afastar-me imediatamente do Sacerdote católico e tratar de recuperar a confiança de meus fregueses. Isto era o prioritário. Tínhamos uma obrigação de fé e tínhamos que manter uma família. Não se falaria mais. O caso estava resolvido… para ela.
Tratei de cumprir com tudo. Ela sempre foi sensata e freava-me nas loucuras. Deixar de ir à Paróquia foi mais fácil para o corpo que a para minha alma. Algo me atraía naquele ambiente, e além do mais desejava a companhia daquele Sacerdote provocador e bonachão.
Mais difícil foi ganhar a confiança dos fregueses. Exigiam-me como evidência que atacasse mais do que nunca a Igreja para demonstrar publicamente que não lhes tinha nenhuma simpatia.
Isto me custou, pois tinha que pregar omitindo aqueles pontos nos quais diferia já de meu anterior pensamento.
Com o tempo, minha família e meus fregueses me deram as costas e foi a grande cruz que tive que suportar por amar a Cristo em Sua Igreja.
Entrada na Igreja e abandono de todos – Meu querido amigo se despede
Não quis expor aqui todas as coisas que conversei com o bom Padre M. durante semanas e semanas. Eu o visitava furtivamente e ele me acolhia com paternal amabilidade. Eu dava voltas em torno do tema e tentava responder as sábias perguntas com que ele me desafiava. Como detestava ter que lhe dar razão!
O tempo foi fazendo-me mais perceptivo a suas sutilezas e ironias. De alguma forma misteriosa este Sacerdote me tinha cativado. Encurralava-me até a morte, mas dava-me sempre uma saída honrosa. Ele gostava de desmoronar todos os meus argumentos.
O seu estilo era único: destroçava meus argumentos, acusações e refutações primeiro com a lógica, dando-me duas possibilidades: ou ficar como um tonto ou verificar por mim mesmo esta estupidez. Depois, e só depois, convidava-me a revisar a questão que eu tratava – se tinha sentido – do ponto de vista das Sagradas Escrituras. Suponho que um dos seus maiores pontos fortes era sua sólida cultura e sua grande vida de piedade.
Lembro-me perfeitamente de uma manhã fria em que recebi um recado telefônico da Paróquia. Pedia-me que o visitasse num hospital dos arredores. Sem pensar nas normas de cautela que tomava para evitar que meus fregueses se irritassem ainda mais comigo, abandonei tudo e parti. Aí me inteirei do doloroso câncer que tinha – jamais deu mostras de sofrimento – e do pouco tempo que lhe restava. A cabeça me girava. Sentia dor pela partida de quem já considerava um amigo.
Tomei uma decisão: faria pública nossa amizade e o visitaria diariamente. Poucos dias depois o mudaram, a pedido seu, para sua residência. Desde este dia, acompanhei-o diariamente. Deixei muitos compromissos de lado. A tensão começou a crescer até chegar a agressões verbais abertas e ameaças de perder o cargo e o salário. Minha família estava ameaçada com a pobreza.
Foram dias de muita angústia. Sabia que caminhava pelos caminhos corretos. Inclusive pensava em fazer-me admitir na Igreja Católica. Os temores e as dúvidas anteriores à internação do Padre M. se dissiparam. Não queria arrepender-me de meus erros nem receber o perdão e o consolo de nenhum outro. Mas a situação que me rodeava era tão complexa que me paralisava.
Rezei muitíssimo e corri a pedir o conselho do Padre M. Ele me recebeu com muita amabilidade e escutou com atenção meus problemas. Ele já os conhecia. Falou-me da fortaleza dos mártires, que não tiveram em conta nem a carne nem o sangue nem as riquezas, somente amaram a Verdade e deram público testemunho de sua adesão à Fé. “Mais vale entrar no Céu sendo pobres do que ir para o inferno por comodidades”, sentenciou.
Como adiantei no início, reuni meus fregueses e fiz-lhes uma declaração de minha conversão. “O demônio é protestante!”, disse-lhes como início de conversa. Houve logo vaias e não me deixaram terminar as explicações.
Mais tarde, reuni minha família e expus-lhe cada ponto e respondi a todas as objeções de fé e da situação. Minha esposa não discutiu muito: expulsou-me de casa. Esta noite dormi acolhido pelo Padre M., que me tranqüilizou a respeito da questão. Desde então e passados anos da minha conversão nunca mais fui admitido em casa como pai e esposo. Hoje visito a eles com tanta freqüência quanto me permitem, mas seus corações continuam muito endurecidos.
O Padre M. teve muitas palavras para mim, mas as que mais me tocaram foi sua confissão de oferecimento de sua vida pela salvação de minha alma, e que com gosto via o bom negócio já fechado. Deus escute as orações do meu bom amigo no Céu por minha esposa e meus seis filhos para que a seu tempo e forma vivam a vida da graça da santa Fé.
A importância de não ter medo da exigência da Igreja Católica – Roma… meu doce lar
Pedi ao bom Sacerdote que me preparasse para abjurar meus erros e ser admitido na Igreja. Cumpri tudo e numa manhã de Abril de 2001 fui recebido no seio da Esposa de Cristo. Em Junho desse mesmo ano meu querido amigo entregou sua alma ao Senhor, sendo muito chorado por todos quantos o conhecíamos melhor. Choraram-lhe os enfermos e os presos que visitava, os meninos e os jovens da catequese, os pobres e os necessitados que consolava, os fiéis que o procuravam em busca de conselho e do perdão de Deus. Em tributo a ele escrevo estas linhas. Meu querido Sacerdote e a Revista Cristiandad.org foram meus dois grandes apoio e impulsionadores, tanto de minha conversão como de meu impulso apostólico especialmente voltado aos convertidos e preparados para a conversão.
Depois de sua partida a Paróquia foi administrada por um Sacerdote mais próximo ao estilo do predecessor do Padre M. Senti muito isto, porque com sua prédica e ação desmentia muitos daqueles grandes princípios eternos que eu havia conhecido e amado.
Às vezes pergunto-me pela oportunidade de muitas mudanças que se fazem mais para contentar aos maus do que para agradar aos bons. Lembro-me que meu Sacerdote amigo não era muito afeito a ceder diante de nós. Era mais disposto a mostrar-nos todas as bandeiras, inclusive as mais radicais. E foram estas, precisamente, as que mais me indignaram, mas ao mesmo tempo me atraíram.
Mas persevero no amor da Igreja de sempre, àquela doutrina da qual o Senhor disse que passariam céus e terra, mas que nem um jota seria mudado.
Sei bem por experiência própria e pela de tantos que compartilharam comigo seus testemunhos de conversão, que esses namoros com o erro não produzem conversões. E as poucas que produzem são de um gênero muito diferente – superficiais e emocionais – das verdadeiras conversões, aquelas que produzem santos. A realidade é a que constatava diariamente como pastor protestante, quando a pouca preparação dos católicos e a confusão que produz o falso ecumenismo enchiam os bancos de nossas igrejas e os bolsos de nossas congregações evangélicas. A ignorância religiosa dos fiéis é a coisa mais apreciada pelas seitas, porque, sendo muitas vezes filha da preguiça espiritual, acompanha-se pela preguiça intelectual. Basta então qualquer coisa que o emocione, que lhes faça sentir queridos, e logo vem o sermão de costume para primeiro fazer-lhes dúvidas e depois dar-lhes respostas rotundas. Isto os desestabiliza e nossa segurança os atrai. Em seguida, saímos à rua a gritar contra os dogmas!
Agora, junto com vocês, posso correr aos pés de Maria Santíssima e pedir que, por amor ao Divino Sangue de Seu Filho amado obtenha a conversão dos pagãos, dos hereges e cismáticos e que, fazendo triunfar a Igreja sobre seus inimigos, instaure a Paz de Cristo no Reino de Cristo.
Email do autor: jotaerry@hotmail.com
2 abril 2008
5:10 pm
Nº 26179
Quero deixar claro o respeito que devo e tenho a todos os irmãos cristãos não Católicos.
Sds..
Email do autor: jotaerry@hotmail.com
3 abril 2008
9:58 am
Nº 26232
caro e prolixo Junior…
e infelizmente,
também,
Junior na fé,
Junior nos conhecimentos bíblicos,
Junior na obediência ao Senhor Deus,
e
principalmente
Junior,
mas bem Junior mesmo,
em sabedoria que vem do Alto(=Espirío Santo)….
tú contastes uma bela FÁBULA
do apóstata ex-pastor e agora discípulo do Papa, sr. Luis Miguel Boullón….só isso e mais nada….
sua fábula é falta de argumentos convincentes,
citando 4 versículos bíblicos totalmente fora do real sentido dos mesmos…….
afora estas citações tresloucadas,
nada mais disse,
além de fantasias e delírios próprios de
religiosos apostatados e distantes da Verdade bíblica imposta por Jesus Cristo….
então diante disto,
não vou perder tempo discutindo bobagens…
defendestes bem,
sua religião - Romana -,
mas como bem fez o diabo,
ao citar a bíblia para Jesus,
bateu em retirada,
por saber que Àqueles que estão firmes na
Rocha(=Verbo=Jesus=Palavra de Deus e não em Pedro),
jamais serão derotados por ele
e pelas facilidades do mundão…..
fique tranquilo,
eu não ataco a sua religião gratuitamente,
eu ataco sim,
as mentiras
e
desvios doutrinários,
tanto da sua como de qualquer outra religião,
que se acham as verdadeiras e únicas a caminho do céu,
mas que no fim,
como tudo que advém do mundão,
levam para a condenação e para o inferno…
aí,
haverá CHORO E RANGER DE DENTES,
e
como o mendigo Lázaro,
disse ao homem rico(=Lc.-16:19 a 31),
haverá um abismo
entre a Verdade e as fábulas…….
mas se a Verdade de Deus,
não lhe serve,
não perca seu tempo dando atenção ao que escrevo !!!
bye, bye…baby !!!
Email do autor: redered1@wnet.com.br
3 abril 2008
11:04 am
Nº 26242
Senhor Valdir Rossi, realmente sou um eterno Júnior, quem mi dera! Quisera eu ter mantido minha inocência primeva, peço ao Bom Deus que a restaure em mim.
Quanto a você pergunto, o diabo bateu em retirada com a Biblia na mão, o que faras tu?
Perdoe-me não quero ofende-lo, mas é a real circunstância! Certamente o diabo tenha considerado o que Jesus lhe disse umas bobagens, e não querendo perder tempo com bobagens bateu em retirada…
Sds…
Email do autor: jotaerry@hotmail.com
3 abril 2008
12:28 pm
Nº 26265
ao
religioso dogmático humanóide Junior…..
você não leu com atenção o que escrevi.
o diabo jamais possuiu uma bíblia.
Muito menos conduziu-a em suas mãos.
o diabo
(=lúcifer=chefe dos demônios=líder do mal=inimigo de Deus e dos Homens=pai da mentira e dos enganos religiosos),
por ter sido o chefe do louvor do céu,
à época em que era o maior
e
mais ungido anjo celestial quando SERVIA com OBEDIÊNCIA ao SENHOR DEUS YHWH,
antes de sua queda irrevogável e imutável,
tem
todo o conhecimento daquilo que é divino,
até a vinda de Jesus Cristo -
(=após não,
pois houve uma mudança dos planos divinos,
o qual,
o diabo, após Jesus, não consegue penetrar e nem saber direito;
porém até a vinda de Jesus,
o diabo domina o pedaço, em conhecimento e manobra, como nenhum humano consegue dominar,
por isso ele engana tanta gente pelo mundo afora).
e mais,
o diabo citou para Jesus,
o Salmo 91 -
(=que para a modificada bíblia católica,
é o Salmo 90
[=os eruditos católicos suprimiram o Salmo 10
{criaram o 9 e 9B}
e dividiram o Salmo 147
{146, 147 para compensar o Salmo surrupiado e dividido},
e deram nova numeração para os mesmos, mantendo porém, a mesma essência, inexplicavelmente, como os livros apócrifos “enfiados” na bíblia aleatoriamente).
nada mais.
o diabo,
nunca bateu em retirada com a bíblia na mão.
o diabo tentou seduzir a Jesus,
lhe oferecendo as riquezas do mundo(= o mundo jaz no maligno, lembra ?!?!)
e o
poder mundano sobre os homens
e sobre as nações pecadoras dominadas por ele.
não conseguindo “dobrar” ao Senhor Jesus,
com suas promessas, mazelas, mentiras, poder e dinheiro sujos,
bateu em retirada,
pois entendeu,
que quem está
firme somente na Rocha(=em Jesus e na Palavra de Deus)
e
não firme na pedra(=Pedro e o papado falso dos religiosos mundanos),
jamais logrorá êxito.
entendeu agora, ou preciso s o l e t r a r……….
Email do autor: redered@wnet.com.br
3 abril 2008
4:06 pm
Nº 26321
Senhor Valdir Rossi
• Deixe ver se entendi: você diz que “o diabo jamais possuiu uma bíblia”, logo abaixo contradiz afirmando que ele “tem todo o conhecimento daquilo que é Divino”, é um pouco estranho sua afirmação acho que nem mesmo soletrando conseguiria explicar esta contradição.
• passemos a diante, quando você diz “que para a modificada bíblia católica”, “os eruditos católicos suprimiram o salmo 10 (criaram o 9 e 9B) e dividiram o salmo 147 etc…”.
Só uma questão, a bíblia católica está fundamentada na tradução feita por São Jerônimo no século IV conhecida por VULGATA.
Pergunto, a bíblia que o sr. usa foi escrita por quem? Talvez por Lutero n século XVI? Ou por você mesmo? Já sei, foi pelo próprio diabo.
• Outra coisa, quando você diz que o diabo era o dono do “PEDAÇO”: pedaço de que? De terra? De pão? De que “pedaço” propriamente ele era dono?
Está linguagem desqualifica sua pregação, coitadas das pessoas que se prestam a ouvir suas “homilias” se podemos chamar de homilia.
O tema de Luis Miguel Boullón, se encaixa como uma luva, neste dilema….
Sds….
Email do autor: jotaerry@hotmail.com
3 abril 2008
5:41 pm
Nº 26345
Junior…..
Tal qual,
aquele professor da rede vida de TV,
que todas as 3as. ou 4as. feiras à noite,
dá aulas de catolicsmo via TV,
onde ele,
fala, e fala , e fala,
e fala novamente, e repete o que já falara,
e continua falando,
e bláh, e bláh e bláh,
e fala……..
e
nunca dá para entender aonde ele quer chegar,
e
nem o que quer explicar,
denoto neste embate amigável,
que isto é uma estratégia da religião católica romana criada
pelo idólatra Imperador Constantino, em 312 d.C.,
sempre com o intuito
de
desviar a Verdade
e
o Fundamento da pregação de Cristo
e
os mandamentos de Deus Pai YHWH ….
e tú não foges à regra……………
vais ficar falando corolários bíblicos e ensinamentos católicos romanos, o resto da vida,
para fugir do essencial,
que
é a idolatria que campeia desbragadamente desde Roma,
o
engano religioso praticado pelo Papado,
e
a desfaçatez de arvorar para sí, catolicismo;
àquilo
que pertence a todos que obedecem os preceitos determinados por Deus,
os quais,
não são propriedade particular de nenhuma religião humana
e
nem de nenhuma pessoa em especial…………
ou
esquecestes que
“Deus não faz acepção de pessoas”- Atos-10:34,35………
…………………………………………………
e mais, sobre o diabo e seu modus operandi,
veja o que disse Jesus Cristo:
…….” E,
quando os seus parentes(=mãe, irmãos e irmãs de Jesus)
ouviram isso,
saíram para o prender,
porque diziam:
Está fora de sí.
(=tanto Maria sua mãe,
quantos seus irmãos[=4] e irmãs [=6]filhos de Maria com José após o nascimento de Jesus, e demais parentes dele, achavam que Jesus estava louco, por pregar a bíblia e a salvação através Dele).
E os escribas (=religiosos da época),
que tinham descido de Jerusalém, diziam:
Tem (Jesus) Belzebu (diabo) e
pelo príncipe dos demônios expulsa os demônios.
E, chamando-os a sí, disse-lhe por parábolas:
COMO PODE SATANÁS EXPULSAR SATANÁS ?
Se um reino se dividir contra si mesmo,
tal reino não pode subsistir;
e
se uma casa se dividir contra sim mesma,
tal casa não pode subsistir.
Se satanás se levantar contra sí mesmo, e for dividido,
não pode subsistir; antes, tem fim.
Ninguém pode roubar os bens do valente,
entrando-lhe em sua casa,
se primeiro não amarrar o valente;
e, então, roubará a sua casa.
Na verdade vos digo que todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens,
e toda sorte de blasfêmias, com que blasfemarem.
Qualquer, porém,
que
BLASFEMAR CONTRA O ESPÍRITO SANTO,
nunca, obterá PERDÃO,
mas será réu de eterno juízo.
(porque diziam: Tem espírito imundo.)”.
Evangelho de Marcos- cap.3-vers.21 a 30…………
pense nisso……
não fuja do essencial….
reflita……
o desejo de Jesus,
é que os perdidos e mal orientados,
todos, se salvem……pense nisso !!!!!!!!!!
Email do autor: redered@wnet.com.br
3 abril 2008
5:48 pm
Nº 26349
Meu Deus!!!!!!!!Tenha pena desta alma.
Perdoi aos que tomam seu santo nome em vão e tenha piedade dos mortais que se intitulam seguidores de sua palavra.
Se ainda couber perdão em seu coração e há, perdoa também aqueles que o ouvem e seguem.
Induzidos pela palavra, o homem se qualifica a imagem de Deus, não como filho, herdeiro de sua fé, mas de forma vulgar, vil e arrogante para se ingualar.
Perdão.
Prof. Paulo Vergueiro
Email do autor: paulovergueiro@bol.com.br
3 abril 2008
11:19 pm
Nº 26370
finalizando….
São Jerônimo,
tradutor do Cânon hebraico, para a bíblia católica,
era contra a
inclusão
dos livros apócrifos - sabidamente sem inspiração divina- no corpo da bíblia, ora traduzida…..
e
morreu não aceitando a inclusão…..e foi vilipendiado !!!
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3 abril 2008
11:41 pm
Nº 26371
finalizando II ….
falei sobre os irmãos e irmãs de Jesus,
mas não citei os versículos bíblicos que dão amparo a esta alegação:
Evangelho de Mateus - cap. 13 - vers. 53 a 58
e
Evangelho de Marcos - cap. 6 - 1 a 3 …………..
……………………………………………
talvez os bispos do concílio de Trento,
1.500 anos depois,
sabiam mais,
do que os contemporâneos de Jesus, quem sabe ??
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4 abril 2008
10:20 am
Nº 26396
ao Paulo Vergueiro,
estais perdoado. Amém!
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4 abril 2008
2:05 pm
Nº 26425
Cara voce delira.
Acha que pode perdoar alguém!!!!
Não acha ao acaso (se sua humildade, que não tem permitir é claro) que perdão é grande demais para voce carregar este fardo?
Mas esta melhorando, ja aprendeu à escrever o nome dos outros corretamente e não debochar da profissão.
Esta aevoluindo, graças a Deus!
Prof. Paulo Vergueiro
Email do autor: paulovergueiro@bol.com.br
4 abril 2008
4:02 pm
Nº 26449
Este V.R. não só delira, está mais perdido que azeitona na boca de banguelo!
É de uma superficialidade biblica que da pena!
Sds…
Email do autor: jotaerry@hotmail.com
4 abril 2008
6:12 pm
Nº 26474
ao Junior e Paulo Ve(s)rgueiro…….
ok! vocês venceram !!!
parabéns !!!
mas,
me inclua fora dessa……
e como diria um juiz de direito a um requerente,
que se sente ofendido e não quer conversa com seus algozes…. “mantenham uma distância mínima de 500m do requerente” …….
….” estou perdendo o interesse em perder linhas perdidas com perdidos sem rumo por caminhos perdidos da vida”
- Frase de autor conhecido,
mas sem interesse de divulgação -.
Forget me….but, forgive you !!!
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