Frase da semana

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*Nada é mais fácil que fazer política para pobre.

Frase do presidente Lula, que, em discurso durante lançamento de obras do PAC em Porto Alegre (RS), criticou os políticos que, segundo ele, só lidam com pobres em época de campanhas eleitorais. Na época de campanha, abraçam pobres, pegam no braço. Naquele dia, o pobre fica importante”, disse.

Segundo o presidente, “não tem nada mais fácil no mundo do que fazer política para pobre”. “Enquanto o pobre quer uma coisa de R$ 10 mil, o rico quer R$ 1 milhão.”

*E Lula tem razão. A maioria dos políticos é assim. Só aperta mão de pobre durante a campanha.

Por: Edson Lima

17 Comentarios

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  1. Geraldo


    Nº 26382

    E falando nele, a gaúchada judiou do Lula, heim? Ví agora pouco foto no Diário ele tomando chimarrão, putz deram um balde prá ele tomar chimarrão, ao invés de uma simples cuia.

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  3. Sandra


    Nº 26389

    E ele, que descobriu o filão, agora quer 3 mandatos.
    O pior: se for pelos pobres ele fica.
    Sou classe média, mas vou ficar pobre logo logo, afinal pagando o tanto de imposto e sem as bolsas que o governo dá em breve acabarei achando o Lula o homi mais bão do país.

    Email do autor: scbarao@hotmail.com

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  5. Gesse


    Nº 26395

    Como sempre, o lulla fala de forma pretenciosa. Pra ele tudo é fácil, ele tem solução pra tudo (só não faz). Fazer política pra pobre é fácil mesmo. O povo espera 8 horas na fila pra se atendido em posto de saúde, é roubado e violentado todo dia e acha que está bom. No fundo, acho que o lulla está certo; tendo bolsa família está tudo bem, o povo fica satisfeito.

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  7. Maria Lucia


    Nº 26398

    A nescessidade faz com que o povo mais carente acredite em tudo que ele fala, é um demagogo, fala, mas ele não passa a nescessidade que esse povo passa.Com o bolça familia eles ficam contente(o presidente, sabe disso está dando uma esmola por isso é “fácil fazer politica para pobres”para mim não passa de enganação e um desreipeito com os mais nescessitados, tem muita gente se aproveitando da tal bolça esmola para não fazer mais nada da vida vivendo só disso.

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  9. Álvaro Torres


    Nº 26400

    À sua maneira, Lula foi às profundezas da sociedade brasileira. Ele tocou na ferida dos “pagadores de impostos”, que se acham os “doutores” da sociedade. (Quem paga imposto neste país são os trabalhadores, que sustentam uma casta de sonegadores que vive vituperando contra os impostos e que se farta na ciranda financeira sustentada pelos impostos que o povo paga.) Essa gente quer mesmo é perpetuar o povo na ignorância e na miséria para pagar salários de fome em troca de trabalhos que não quer fazer (empregadas domésticas, guardas, lixeiros…).

    Um exemplo acabado disso por ser encontrado na edição de “O Diário” do dia 24 de março de 2005. Lá se diz que o juiz Antônio Merreiros, de São Gonçalo (RJ), entrou na Justiça exigindo ser tratado por “senhor” ou “doutor” pelos porteiros do prédio onde mora e ganhou a causa. Para o juiz, se um porteiro tivesse a pachorra de chamá-lo de “você” teria de pagar multa de 100 salários mínimos. Merreiros (doutor Merreiros, desculpem) teria dito: “Doutor é uma palavra que significa pessoa formada e é assim que quero ser chamado.”

    Segundo o doutor Cláudio Moreno, do site Sua Língua, só pode ser chamado assim aquele que cumpriu as etapas constantes no curso de doutorado, incluindo a defesa de uma tese original diante de uma banca composta por cinco outros doutores. Fora do mundo acadêmico, ainda segundo o doutor Cláudio Moreno, são também chamados de “doutores” os médicos e os advogados. Segundo ele, isso deve ser resquício do ensino colonial, quando os jovens brasileiros abonados iam à Europa estudar medicina ou direito.

    Em um ambiente em que historicamente pouca coisa acontece sem a marca da discriminação social, “doutor” também é qualquer um com algum estudo ou cuja aparência sugira que pertence à elite. É o “doutor” usado pelos guardadores de carro, pelos porteiros de cinema, pelo vendedor dos semáforos. Muitos desses “doutores” agem como se o simples fato de ostentar símbolos de poder desobrigasse alguém de prestar contas, a si mesmo ou à sociedade, dos passos que executa.

    Email do autor: alvarotorres@estadao.com.br

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  11. Gersão


    Nº 26410

    Nada contra o bolsa-familia e os pobres que dependem dela, mas tudo contra este governante que explora a miséria e a ignorância das pessoas. Chega! Enquanto as pessoas não se tocarem que deram poder a um Presidente mal-caráter e que usa a pobreza para poder viver nababescamente, tá difícil imaginar que teremos um país melhor. Esquerda é isso, riqueza para os seus e pobreza para a Nação. “O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja”. Seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria” Winston Churchill.
    Acorda Brasil, tenham dignidade e não se contentem com esmolas.

    Email do autor: gersaoazevedo@bol.com.br

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  13. Junior Bataglini


    Nº 26411

    Disse tudo Alvaro Torres, o cara sai da faculdade de Direito ou Medicina e se acha doutor, não seria bacharel?
    Alvaro, você tem parentes em Marialva, Aquidaban, porquê lá tem uma familia Torres.

    Email do autor: f.bataglini@ig.com.br

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  15. Álvaro Torres


    Nº 26424

    Bataglini:

    Esse pano de fundo aparece com nitidez quando olhamos para nossa história. Lembremos que o domínio da elite brasileira nunca foi um passeio político. Se ficarmos só na República, há as crises trabalhistas do início do século XX (a questão social é caso de polícia, diziam os governantes — algo parecido com o que aconteceu no Brasil dos anos 70 e 90), a resistência dos tenentes, a revolução de 30 e o conflito entre “ortodoxos” e desenvolvimentistas inaugurado com a “Era Vargas”.

    Quando a tática de conciliação com a UDN ruiu, em meados de 52 — o partido já havia tentado impedir a posse de Vargas, em 1950 —, o jornalista e militante antigetulista Carlos Lacerda começou a liderar uma “cruzada moralista” (expressão ressuscitada recentemente pelo senador dem-tucano Agripino maia) em larga escala. Era o que ficou conhecido como “golpismo”, consumado em 1964.

    No Brasil de hoje, igualmente, cada crise é tratada como a última e definitiva pela UDN contemporânea — os dem-tucanos. É como se não houvesse vida pós-crise, por maiores que sejam as provas em contrário. Eles repetem aquelas pirotecnias antigetulista da UDN. Na ocasião, houve uma tragédia: o suicídio de Vargas.

    Hoje, o fio condutor são os mesmos traços feudais. Diferentemente de países como a França e os Estados Unidos, o Brasil não realizou completamente sua revolução capitalista. O modo de produção baseado na escravidão foi oficialmente abolido, o sistema político passou de monarquia a república, o país trocou o campo pela cidade e a lavoura pela fábrica. A estrutura social básica, no entanto, é a mesma desde a colônia. Essa elite continua exercendo a apropriação, característica básica do feudalismo, em vez da troca, elemento que define o processo capitalista.

    Sobre os parentes:

    Minha família conheceu a sua, quando vocês tinham “venda” em Aquidaban. Eu nasci em Santa Fé, mas fui registrado em Aquidaban, no cartório do seu Albino.
    Abraço.

    Email do autor: alvarotorres@estadao.com.br

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  17. Paulo Vergueiro


    Nº 26427

    I M P R E S S I O N A N T E!!!!!!!

    É verdade. Nunca na história deste Brasil o pobre foi tão bem tratado.

    Tanto que agora é opção de vida. Para que trabalhar.

    A manutenção do pobre na pobreza bebeficia o assistencialismo deste gover.o.

    Manté a base…sabe como é, né! voto é voto venha de onde vier.

    Assim, o pobre fica grato.

    O pobre do Brasil hoje não recebe estimulo para trabalhar e as empresas ao contrário correm grandes riscos se contratarem.

    Os ricos, que importam e usam tecnologia para substituir a mão de obra que não tem no Brasil fica grato a este governo.

    A taxa de desemprego “voltou” a crescer (na verdade nunca baixou, é amesma impressa marrom que critica que falou isso, porque será? né!) e o pobre, que esta mal informado, despreparado recebe o tiozão LULLA-LELÈ tudo que é tipo de ajuda.

    Errado esta Jesus Cristo que ensinou a pescar.

    Mas como a lógica pestista dos boy’s de imprenssa é outra vamos ver o que é que vem por aí.

    Certamente vão dizer que: porque cobro mais empego, menos roubo, mais transparência e menos hipoicresia, que sou do séuclo XIX, sou parte da casta etc. etc. etc.

    O que falam sempre, para fugir a responsabilidade.

    Enquanto isso manter o pobre na pobreza. Belo governo.

    Prof. Paulo Vergueiro

    Email do autor: paulovergueiro@bol.com.br

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  19. Álvaro Torres


    Nº 26434

    Para uma certa lógica que existe hoje no Brasil, Deus é muito treteiro — como se diz no Rio de Janeiro. Ele faz as coisas de forma tão recôndita e disfarçada que se precisa de uma categoria de gente — os cientistas — para ir tirando os véus, desvendando as coisas, a fim de revelar a obviedade do óbvio. É a categoria rodriguiana do óbvio ululante — que de tão evidente não é visto.

    Era óbvio, por exemplo, que todo santo dia o sol nascia, se levantava, dava sua volta pelo céu, e se punha. Sabemos hoje muito bem que isto não era verdade. Gerações de sábios passaram por sacrifícios, recordados por todos, porque disseram que Deus estava nos enganando com aquele espetáculo diário. Demonstrar que a coisa não era como parecia, além de muito difícil, foi penoso, todos sabemos.

    Outra obviedade, tão óbvia quanto esta — ou mais óbvia ainda —, é que todos os pobres vivem dos ricos. Está na cara! Sem os ricos, o que seria dos pobres? Quem é que poderia fazer uma caridade? (Me dá um empreguinho aí!) Seria impossível arranjar qualquer ajuda. (Me dá um dinheirinho aí!) Sem o rico, o mundo estaria incompleto, os pobres estariam perdidos. Mas vieram uns barbudos dizendo que não era bem assim e atrapalharam tudo. Aliás, uma obviedade subversiva.

    Uma terceira obviedade que conhecemos bem é a de que os negros são inferiores aos brancos. Basta olhar! Eles fazem um esforço danado para ganhar a vida, mas não ascendem como a gente. Sua situação é de uma inferioridade social e cultural tão visível, tão evidente, que é óbvia. Basta visitar um presídio para ver isso. Pois não é assim, dizem os cientistas — esses protetores de bandidos. Os negros foram inferiorizados. Foram e continuam sendo postos nessa posição de inferioridade por tais e tais razões históricas, dizem eles. E são hostilizados como Galileu o foi.

    A quarta obviedade é que é os brasileiros são um povo de segunda classe, um povo inferior, chinfrim, vagabundo. Mas está na cara! Basta olhar! Somos cem anos mais velhos que os estadunidenses e estamos com um século de atraso com relação a eles. Nós, atrás, trotando na história, trotando na vida. Um negócio horrível, não é? Durante anos, essa obviedade que foi e continua sendo óbvia para muita gente nos amargurou. Mas não conseguimos fugir dela. Ainda não.

    Email do autor: alvarotorres@estadao.com.br

  20. Tamanho do texto:
  21. Gersão


    Nº 26445

    Edson Lima, fale para o fulano Torres que aqui é lugar para comentar. Lugar de textos é em outro seção, OPINIÃO.

    Em caso de descumprimento, edite os textos do ómi. São por demais proLIXOS!!!

    Email do autor: gersaoazevedo@bol.com.br

  22. Tamanho do texto:
  23. Álvaro Torres


    Nº 26450

    Gersão:

    Você é um cara legal. Me fez lembrar da inesquecível dona Solange. Lembra? Era a dona Solange Hernandes, diretora da divisão de censura e diversões públicas da Polícia Federal, que ficou famosa nos anos 70 como a personificação da censura. Seu nome aparecia na televisão e no cinema insistentemente, naqueles certificados de censura que eram afixados como primeiro fotograma de um filme — classificando a película.

    Ela também inventou a “temática complexa”. O legado da inesquecível dona Solange fica bem resumido nessa frase: quando nem o censor entendia o filme mas achava que mesmo assim alguma coisa ali não cheirava bem, tascava um carimbo de “temática complexa” e impedia os menores de idade de assisti-lo. É dela também a idéia magnífica daquela bizarra bolinha preta que corria na tela para cobrir algumas partes dos atores.

    Outra lembrança daqueles anos patéticos de dona Solange Hernandes, que vivo mencionando, é o que resumidamente pode ser chamado de “cláusula monoteta”: a censura é que dispunha quantos e que proporção dos seios “feminis” podia enfeitar as capas e ensaios fotográficos das revistas masculinas. É muito engraçado imaginar uma mesa lotada de meganhas, orientados pelo Gersão, discutindo a “problemática do mamilo”.

    Email do autor: alvarotorres@estadao.com.br

  24. Tamanho do texto:
  25. Edson Lima


    Nº 26452

    A respeito de mais um entrevo entre leitores aqui no blog, tenho a dizer o seguinte: quem não gosta de alguns comentários , é só não ler.Fácil. O único obrigado a ler todos os comentários aqui, sou eu mesmo.

    Email do autor: edsonlima@odiariomaringa.com.br

  26. Tamanho do texto:
  27. Leonel João Galacini


    Nº 26473

    Gersão siga o conselho do Edson, eu já faço isso há muito tempo. O que pau mandado escreve, pago com o dinheiro nosso, não tem nenhum valor pra mim, passo ao largo. É perder tempo ler e discutir ou discordar, deixa o ‘homi escrevê e falá avontade’. Se fizer isso verá que o seu dia será melhor, menos azia, menos raiva, menos desprezo pelos PTralhas, enfim, a vida flui melhor.

    Email do autor: leonelgalacini@msn.com

  28. Tamanho do texto:
  29. José Marcos Loureiro


    Nº 26494

    Acho que o Lula em seu pronunciamento, foi muito verdadeiro e sutil, político só aperta mão de pobre em campanha mesmo! Agora, o que dizer de alguém que teceu seu comentário aqui neste espaço e escreveu bolsa com ç (bolça), se esta pessoa ainda não teve o devido acesso à escolaridade, ao menos teve acesso a internet… Grande avanço ao mais humildes…
    Povo esclarecido, é muito mais difícil de ser manipulado.
    Por favor atentem para esse detalhe.
    A não muito tempo, a maioria da população não tinha sequer acesso a livros, hoje obtém quaisquer informações através da internet que, são disponibilizadas em escolas, departamentos públicos, nas casas de pessoas de baixa renda, etc.. Isso que é apertar a mão do pobre e continuar segurando-a.

    Email do autor: jmaloureiro@hotmail.com

  30. Tamanho do texto:
  31. Álvaro Torres


    Nº 26518

    Gersão:

    Estou brincando com você cara! Não se irrite! Pelo menos você parece sincero nas teses que defende. Não se comporta com uns e outros, que fazem do histrionismo uma arma. Histrionismo significa teatralidade. O histrionismo é um comportamento caracterizado por colorido dramático e com notável tendência em buscar contínua atenção. Normalmente, a pessoa histérica conquista seus objetivos com um comportamento exagerado, exuberante, e por uma representação que varia de acordo com as expectativas da platéia. É conhecido também como gabolice

    Email do autor: alvarotorres@estadao.com.br

  32. Tamanho do texto:
  33. Paulo Vergueiro


    Nº 26545

    Os boy’s de imprenssa, aqueles de plantão para defender “a quadrilha” insistem em achar nomes e denominações diversas para o comportamento alheio, aqueles que enfrentam com um código de ética e moral nas mãos.

    Mas não conseguem, de frente explicar sua trapalhadas. Suas imoralidades e safadezes.

    Talvez porque simplesmente não tem defesa. Não tem como explicar.

    Atacam por atacar e covardemente.

    Paga o caseiro e vai pagar o “RAKER” de plantão e pronto.

    Mais uma vez, a expressão “quadrilha” não é minha, mas dos juízes que julgam e vão condenando um a um dos membros da estrela vermelha.

    Esses plantonistas, que sobrevivem da migalha moral rasteira de uma corja que assalta o Brasil, tanto em dinheiro como em moral, esta se especializando no deboche, na ofensa e na agressão ate porque não se prende, estratégicamente a defesa.

    Pura histeria, mas não de humor e comportamento mas prazer gerado pela ganância do poder e da fortuna fácil.

    Afinal, na lógica deles, se roubaram porque não roubo também?

    Fortuna sim, um sujeito que nunca trabalhou (6 meses numa função, da pra ser chamado de trabalho contínuo?) compra uma casinha e paga 2.500.000,00 à vista é o que?

    Deixa pra lá, essa internet divulga tanta noticia maldosa que de repente esta é apenas mais uma!!.

    Coisa da imprenssa marrom, criação das elites, da casta…

    Ah moral. essa do séuclo XIX!!!!como denominam quando são cobrados.

    Prof. Paulo Vergueiro

    Email do autor: