Trânsito assassino
Com o título ATÉ QUANDO?, O Diário de hoje faz uma matéria mostrando que uma pessoa morre a cada cinco dias no trânsito de Maringá.
Em 2008 já são 18 vítimas fatais e a avenida Colombo continua sendo a mais sangrenta.
A reportagem mostra que o trânsito maringaense é um dos mais violentos do País.
E ninguém, ninguém mesmo, consegue pelo menos diminuir a mortandade.
O Diário discute soluções para o problema.
Fazer o quê? O que você acha que deve ser feito? Campanhas educativas? Multas?




6 abril 2008
9:56 am
Nº 26582
EU ACHO QUE PARA QUE O TRANSITO DE MARINGÁ NÃO SEJA TÃO VIOLENTO,BASTA QUE OS INSTRUTORES DAS AUTOS ESCOLAS SEJAM BENS PREPARADOS E AS AUTORIDADES PUNEM COM MAIS RIGOR OS INFRATORES, MAS QUE SEJAM PUNIDOS TODOS SEM DESTINÇÃO, PORQUE A GENTE VÊ CADA COISA NO TRANSITO, PESSOAS QUE SAEM NA NOITADE FAZENDO GRACINHA COM SEUS VEICULOS QUE SÃO MUITOS MAS POUCOS SÃO PUNIDOS COM MULTA. E AS BLITZ DEVEM SER FEITA CONSTANTE A NOITE DE PREFERENCIA NA MADRUGADA QUANDO OS MAIS INRESPONSAVEIS ESTÃO SAINDO DA BALADA.
Email do autor: jairopavim@pop.com.br
6 abril 2008
10:59 am
Nº 26586
Isso deveria ser considerado calamidade pública. Tudo deve ser feito para evitar. Mas, em especial, deve ser feita uma análise da(s) principal(is) causa(s) e trabalhar insistente e sistematicamente em cima disso.
Email do autor: paulosoares.br@gmail.com
6 abril 2008
12:02 pm
Nº 26594
No Brasil, o país onde todos querem levar vantagem em tudo, tanto motoristas como pedestres são folgados. O pedestre não respeita o motorista (não usa a faixa, não respeita o sinal para atravessar a pista, não anda no sentido correto, ou seja, contrário ao dos veículos, etc) e o motorista não respeita o pedestre (não aguarda o pedestre atravessar ruas quando na conversão a direita, guia em velocidade incompatível, não pratica direção defensiva, na maioria das vezes dá uma de espertinho em longas filas, estaciona em mão-dupla, etc). Como o carro é muito maior, o pedestre leva desvantagem. Pior ainda os motociclistas, que são espertinhos elevados ao cubo. Há excessões, mas análises de casos têm que levar em conta a maioria. Já passou da hora de importarmos conceitos mais evoluídos de trânsito, como aqueles dos países nórdicos e saxões. E obviamente, acabar com essa cultura brasileira e idiota de ser “esperto”. O bem-comum, nesse caso, é mais importante.
Email do autor:
6 abril 2008
4:20 pm
Nº 26603
É SÓ APARECER ALGUÉM DE PEITO PARA TIRAR O CONTORNO NORTE DO PAPEL E DESAFOGAR O TRÂNSITO DE CAMINHÕES DA COLOMBO.
A SOLUÇÃO É SIMPLES, BASTA ALGUÉM TER CORAGEM DE FAZER.
AS AUTORIDADES FALAM DEMAIS E FAZEM MUITO POUCO, QUASE NADA.
Email do autor:
6 abril 2008
11:27 pm
Nº 26617
A Avenida Colombo deixou de ser, a muito tempo, uma avenida.
Trata-se de um rodovia e como tal deve ser tratada.
Não adianta semáforos, radares e multas, devem ser colocadas passarelas, sabe essas que tem uma escada e uma rampa e faz as pessoas darem uma volta de mais 2 quilometros até conseguirem atravessar?
É duro, mas é a realidade! Atropelamento nessa via só vai acabar quando fizerem isso.
Agora quanto aos acidentes envolvendo motoristas só educação a longo, longo prazo.
Email do autor: scbarao@hotmail.com
7 abril 2008
7:42 am
Nº 26623
Eu acho que assassino não é o transito, sim os motoristas que fazem parte dele, além de que não há fiscalização, pois desde que esta passou para a setran a coisa degrigolou, pois, o que mais vejo e os tais agentes de transito com as motos paradas e em esquinas e convesando, basta fazer uma fiscalçização na avenida brasil em frente a prça raposo tavares e verificaram que o que digo e a mais pura verdade, agentes conversam eos mo toristas conversando no celular, fazendo conversão sem dar seta, ou seja uma barbaridade, pois que deveria fiscalizar e punir não o faz e que deveria obedecer as leis de trnasito também não o faz, então meus amigos, quando sairem de casa, façam um oração a Deus pedido protenção e seja o que ele quiser.
Email do autor: s-leonidas@bol.com.br
7 abril 2008
9:38 am
Nº 26640
o q falta eh a concientizaçao dos motoristas.
nao respeitam a velocidade maxima o q sabem eh so pisar no acelerador
fasem das ruas uma verdadeira pista de corrida
estou acostumado a dirigir aqui com uma populaçao de um milhao de habitantes com quase dois carro para cada um .(passa dos 600 mil).tem acidentes como em qualquer outra parte deste mundo mais a proporçao e muito pouca pelo volume de carros. qdo estive em maringa no ano passado fiquei horrorizado.estamos acostumado a parar nas faixas , se chegarmos a atropelar um estamos ferrado.e o q eu escutava eram pessoas businando atraz.muitas veses eu disse esta frase “ta com presa passe por cima”
qdo acabar a pressa dos motoristas as coisas mudam
achei uma coisa de louco
Email do autor: heliocampi@hotmail.com
7 abril 2008
1:12 pm
Nº 26695
Maringá cresceu, já não é aquela cidadezinha interiorana, muitos não se conscientizaram disso.
Transitam pelas ruas como se aqui ainda fosse aquela cidadezinha de 40 mil habitantes.
Só que culturalmente entra em conflito com as normas de trânsito. Ocorrendo os acidentes.
Claro, que por outro lado, há os imprudentes. Jovens bestialiados por etilização ou por falta de reconhecimento do grupo, e para isso precisa, em sua consciência, arriscar para ser notado.
Diante disto, temos outro problema, que a LEI muito branda no tocante as penas, não forjam esta condutas. Não coage à uma conduta mais adequada e segura, pois o resultado jurídico é pequeno em face dos danos (patrimônio e vida).
O que fazer então. Aqui vai minha sugestão.
1 - Evitar sair durante periodo noturno em locais onde há concentração de jovens;
2 - Procurar caminhos alternativos quando o trânsito for muito intenso, como o da Av.Colombo;
3 - Não ter pressa, sai com antecedência, se for inevitável, respeite o limite das vias;
4 - Use corretamente os equipamentos de segurança (cinto, capacete, etc), eles vão ajudar na sobrevivencia;
5 - E aos pais, EDUQUEM SEUS FILHOS, para que eles vivam mais.
Brasileiro sofre!!!
Email do autor: