Casal Nardoni mentiu ao “Fantástico”

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DEU NO CLAUDIO HUMBERTO

Detector: pai e madrasta mentiram
O perito em veracidade Mauro Nadvorny, da Truster Brasil, é categórico na análise de voz que ele fez para esta coluna, utilizando o detector de mentiras israelense AVM 6.50: Alexandre Nardoni, pai de Isabella, 5, e a madrasta Ana Carolina Jatobá mentiram ao “Fantástico” da Globo, domingo. Nadvorny concluiu, em seu laudo, que “existiu participação direta dos acusados na morte de Isabella”.

Conduzindo a versão
A análise da entrevista revela que “Ana Carolina foi quem, de fato, conduziu a entrevista” e “tentou manipular o entrevistador”.

Falando ao mesmo tempo
A Truster detectou uma amostra de “verdade”, 29 de “provavelmente mentindo”, dez amostras de “fraude” e 65 de “imprecisão”.

Não é bem assim
O software detectou “imprecisão” quando Ana Jatobá afirma: “nós somos totalmente inocentes”. Alexandre mentiu sobre viverem “em harmonia”.

Ele é o que parece
Alexandre Nardoni não foi “totalmente verdadeiro”, atesta o detector de mentiras, quando diz que a mídia descreve o casal de forma equivocada.

Vítima não queria morar com o pai
O laudo do perito Mauro Nadvorny também mostra “imprecisão” na fala de ambos de que foi “tudo foi sempre igual para os três” (filhos), mas aponta verdade quando disseram que “todos os filhos são muitos importantes”. O equipamento concluiu que é falsa a afirmação da madrasta Ana Carolina de que “nunca encostou a mão” (em Isabella). É também mentira que a menina tenha dito que queria morar com eles.

Dor verdadeira
Nadvorny avalia que Ana Jatobá foi verdadeira ao dizer que “dói” ser acusada de assassina e que uma terceira pessoa matou Isabella.

Eles brigavam
O detector revela imprecisão quando Alexandre fala do amor à filha, que brigas eram “normais” e que não discutiram no dia da morte da menina.

Detecta, não julga
O polígrafo israelense da Truster tem 95% de precisão e desvendou um assalto à sede do Banespa e outros crimes no Rio Grande do Sul e DF.

*Eu ainda prefiro aguardar o final das investigações. Este caso tá cada dia mais confuso.

Por: Edson Lima

6 Comentarios

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  1. Geraldo


    Nº 28746

    Poe eles no “pau de arara” que eles falam até o que comeram a um ano atrás.

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  3. the rules


    Nº 28759

    nao ha mais duvidas
    ela asfixiou e ele jogou
    a policia ja sabe

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  5. Ivanildo


    Nº 28794

    Tá certo que não se pode condenar ninguém por antecipação, mas, que podemos insinuar que o pai e a madrasta são os responsáveis pela morte da pequena Isabella, disso não tenho dúvidas, isso podemos. Nem pensar, idéia de uma terceira pessoa no cenário do crime. O que mais é revoltante é a desqualificação da importância da Isabella na vida deles a ponto de mentirem que não mataram a menina e que classificam o fato como de crueldade e praticado por um monstro. Será que ela não seria nem mesmo digna de merecer a confissão por parte dos pais a autoria do crime contra ela? Onde quer que ela esteja, deve estar totalmente arrependida de ter nascido filha de Alexandre Nardoni.

    Email do autor: ideringer@gmail.com

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  7. joao


    Nº 28795

    Desculpem a modestia, mas… eu sem aparelho nenhum percebi que elees estavam mentindo.

    Email do autor: joao.ferreira@bol.com.br

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  9. Magda


    Nº 28798

    Cheguei a pensar que houve algum acidente dentro do carro e que ao invés de assumirem tentaram “disfarçar”. Tão “cegos” estava que foram de uma brutalidade indescritível. Poderiam responder de outra forma por tudo isto.

    Email do autor: tatanefe@bol.com.br

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  11. Rocha


    Nº 28800

    Edson,

    Se dermos 100% de credibilidade ao “detector de mentiras”, os casal deveria ser inocentado … ou pelo menos não seriam eles os executores do homicídio.

    Explico!

    Olha o que foi que ele acusou como sendo uma das únicas coisas que o detector apontou como verdadeiro:

    “DOR VERDADEIRA
    Nadvorny avalia que Ana Jatobá foi VERDADEIRA ao dizer que “dói” ser acusada de assassina e que uma TERCEIRA PESSOA MATOU ISABELLA.” (retirado do post do blog)

    Ora, se isto é verdade, então não foram eles. Ou pelo menos outra pessoa teria cometido o ato.

    Agora, discutir se brigavam, se chingavam, se bateram na menina para corrigi-la, etc, pode até traçar perfil, mas não pode ser bastante para imputar o crime, de forma que culmine como culpados.

    É de verdade reality show da vida real (respeito e reverencio a menina que se foi) - a cada movimento, uma nova perspectiva!!!

    Brasileiro sofre!!!

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