Curso de Medicina no Cesumar

Categorias: Ensino
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Comissão de técnicos do Ministério da Educação e Cultura (MEC)  chega hoje em Maringá para avaliar a instalação de curso de Medicina no Cesumar.

Bom pra Maringá. Que outras faculdades consigam também. Faltam médicos no Brasil. Sobram advogados.

Por: Edson Lima

7 Comentarios

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  1. Rocha


    Nº 29033

    Não seria a melhor análise, Edson …

    Faltam médicos e sobram advogados?

    Na verdade quem vai reclamar pela falta do médico?

    Os advogados!!! rsss.

    Ou seja, se a pessoa não morrer pelo mal atendimento, ou pela falta deste, “MORRE” com os honorários advocaticios!!!

    Brasileiro sofre!!!

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  3. Quarentão


    Nº 29040

    Ou estou enganado ou há pouco tempo atrás foi negada a autorização de um curso de medicina em Maringá, com a alegação que existem muitos cursos de Medicina na região.
    Este fato causou, na época, muita dor àqueles que sonhavam em amenizar a dor dos outros, sendo médicos.
    Parece que dessa vez a coisa vai ser diferente e SEM NADA DE DOR!

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  5. Rogério


    Nº 29044

    Quarentão, existem boatos de q nada como interesses políticos pra se resolver esses problemas. Ou seria ingenuidade minha acreditar q um suplente de Senador não tenha interferido nos 2 casos de acordo com os interesses dele? Mais como é boato, estou aprendendo com o Lula: não sei de nada.

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  7. maurizio


    Nº 29120

    Vergonhoso…por que não nos chamam de burros…de todos os cursos em faculdades particulares de maringá,se salvam 2 ou 3, o resto é pura arrecadação de dinheiro…tem curso que não consegue nem arrumar vagas para que os alunos façam estágio…tem curso que desvaloriza a classe profissional cobrando valores de prestação de serviço muito abaixo da iniciativa privada, sem se importar se o atendimento é para pessoas carentes ou ricas…tem faculdade que mal conseguiu pagar salários de professores, funcionários e aluguel,se o Brasil realmente levasse educação a sério, muitas das faculdades particulares sequer deveriam existir e muitos dos professores das publicas seriam proibidos de “ensinar” por total falta de capacidade ou competencia! o que não faz a politica e o dinheiro! Me lembro muito bem qual foi o motivo alegado através da imprensa para que não houvesse o curso em outra faculdade: já haviam cursos suficientes na região, como disseram acima!

    Email do autor: mauriziomlima@pop.com.br

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  9. José Beluci Caporalini


    Nº 29235

    Sou professor do Depto. de Filosofia da UEM, uma das 17 melhores do Brasil. Temos um Curso de Medicina que honra Maringá e o Paraná. Não precisamos de outro Curso que vai envergonhar esta cidade. Pura falta de respeito para com os parâmetros acadêmicos; trata-se apenas de uma enganosa e egoísta busca do vil metal; isto e apenas isto. Precisamos de mais médicos? Claro que não: precisamos, talves, de profissionais e para isto há as Universidade públicas, que são ótimas e as PUCs. Particulares formam médicos incompetentes, que não conseguem entrar nas Universidades públicas; do contrário os seus ricos papais não se disporiam a pagar 3 a 4 mil reais mensais. Lamento a falta de vergonha e a falta de amor verdadeiro a Maringá por parte dos proprietários desta Instituição financeira, perdão, educacional. Que médicos sairão daí? Quem se responsabilizará pelas suas barberagens? Pelas mortes que causarão? Ah, MEC político; ah políticos que não amam mais que o próprio bolso. Senhores, sejam mais cristãos e menos apegados ao dinheiro. Vergonha, nada menos que isto!!!

    Email do autor: jcaporalini@gmail.com

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  11. Prof. Paulo Vergueiro


    Nº 29328

    Ao Professor Jose Beluci Caporalini.

    De fato a UEM, com sua qualidade, nos orgulha.

    Sem sobra de dúvidas que o curso de medicina nos orgulha.

    Porque não dizer; que o quadro docente nos orgulha.

    Mesmo que lá tenha pessoas com sua arrogância.

    A educação foi feita para que todos os cidadãos possam ter acesso a ela.

    E não formar castas como a que o senhor exige seja mantida.

    O Senhor deve ser do tempo em que o conhecimento era para uns poucos…

    Esse tempo senhor professor mudou. O que temos agora, são boas e más escolas, assim como bons e maus docentes.

    Tanto nas insttiuições privadas como públicas.

    O que não nos é permitido é em nome de um eletismo manter a sociedade na escuridão da ignorância, apenas para atender as vaidades de uns poucos. Como o senhor.

    Abra os olhos eminente docente e veja a sua volta como esta sociedade esta evoluindo.

    Errando e aprendendo. Aprendendo e melhorando.

    Sua sabedoria hoje, ja não mais é uma ilha…talvez isso o incomode.

    Discuta as normas de abertura de cursos, as exigências e tudo o que mais puder contribuir para a a melhoria dos cursos propostos, mas não se permita ao egoísmo de negar o acesso aos nossos jovens da informação, da educação e do profissionalismo.

    Seja humilde ou tente ser, como a maioria dos ídolos a quem o senhor dedidou boa parte de seus estudos e seu tempo.

    Grato
    Prof. Paulo Vergueiro, com muito orgulho de fazer parte da docência e contribuir, ainda que modestamente para que o conhecimento se propague, que é em síntese a missão do educador. Certo de amanhã faremos melhor do que hoje, porém parar no tempo, jamais.

    Email do autor: paulovergueiro@bol.com.br

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  13. Gabriel Aurélio Dutra Bassetto


    Nº 37443

    Interessante quando pensamos em pessoas que ficaram no tempo sonhando com coisas que nem sempre são do real imaginário. Quem disse que somente universidades publicas e PUCs, fazem mérito a educação superior do Brasil? O fato é que quando o profissional tem competencia, ele não escolhe e, sim, se dedica. Agora, gostaria de saber o indice de ‘filhinhos de papai’, que são conhecidos como nerds e puderam pagar ótimas escolas. Não há o que se questionar, burrice, ignorancia, indignação, profissional é profissional estudando seja lá onde for, se el tem força de vontade, chega a glórias. Acho muito bom que o Cesumar tenha um curso de medicina, uma instituição séria, competente e com estrutura invejável.

    - Acho que o Brasil está na hora de se espelhar em métodos europeus para ofertar vagas a milhares de jovens que por “n” motinos, ficam fora de universidades e entram a mercê do desemprego!

    Email do autor: bieull@yahoo.com.br