Trânsito mata um a cada cinco dias

Categorias: Trânsito
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Leia neste domingo em O Diário.

*O trânsito de Maringá mata uma pessoa a cada cinco dias. Mata mais do que armas.

Neste ano, 23 pessoas já morreram no trânsito.

Segundo o jornalista Roberto Silva, que fez a matéria, “a polícia e a prefeitura já fizeram todos os tipos de campanha para melhorar o trânsito, mas o motorista não se emenda, continua matando pessoas.”

Conforme Roberto Silva, os maus motoristas ainda acusam a prefeitura e a PM de instalar uma indústria de multa na cidade.

Por: Edson Lima

2 Comentarios

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  1. Sandra


    Nº 29766

    O problema chama impunidade!
    Motorista que causa morte deveria ser julgado como assassino… pois usa o veiculo como arma.
    Dificultar o teste para conseguir habilitação.
    e, caçar as carteiras de motoristas de individuos que atingem os pontos máximos, nunca ouvi falar de alguem que perdeu a carteira. mais impunidade!!!

    Email do autor: scbarao@hotmail.com

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  3. Messias Mendes


    Nº 29845

    Pois é, o motorista, o motoqueiro, o ciclista e o pedestre são todos descuidados . Principalmente os motoristas, imprudentes e irresponsáveis em muitos casos. Não há como discordar disso, mas lembremos que em 2004 o então candidato Silvio Barros II não se cansava de dizer no seu programa de tv que a administração do PT era responsável pela violência no trânsito, e que se eleito, ele Silvio, daria um jeito nisso. Como daria também, nas árvores que caiam a cada chuva forte, por culpa do prefeito de então. Isso tá gravado, para refrescar a memórias dos que não se lembram. Teve até o caso de um sr. que recebeu a visita de um membro da campanha SBII, quando uma árvore caiu sobre sua casa. Foi lá forçar a barra para ele gravar um depoimento pra televisão, denunciando o prefeito João Ivo pela queda daquela árvore. O cidadão se recusou. Até porque, no caso dele , como no caso de vários outros, a administração já tinha lhe procurado e feito todos os procedimentos para indenizá-lo. E ele foi ressarcido certinho, tudo dentro da lei e com a rapidez que o caso requeria.

    Email do autor: messiasmendes@bol.lcom.br