A polêmica continua

Categorias: Maringá
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Tá um rolo danado na questão do prédio do antigo Cine Horizonte.

Um dos sócios - chamado Álvaro - instalou painéis na entrada, impedindo que os mendigos continuassem morando ali.

Não tem nenhum mendigo mais no local, mas é possível que logo eles arranjem um jeito de entrar.

Álvaro me disse que está revoltado com o possível tombamento da fachada do prédio pelo Patrimônio Histórico de Maringá. Isso vai acontecer, porque uma moradora do bairro entrou com ação na Justiça para que o prédio não seja demolido.

A Justiça determinou que o prédio pode ser demolido, menos a fachada, que precisa ser mantida.

Os sócios querem construir no local uma galeria comercial e vão perder toda a frente.

Por: Edson Lima

9 Comentarios

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  1. JUNIOR


    Nº 35522

    isto e uma covardia desta moradora do bairo em fazer isto, ela te de cuidar de sua vida nao da vida de quem quer que o bairo fique melhor.

    Email do autor: rjunior@hotmail.com

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  3. Armando


    Nº 35523

    COMO UMA SÓ MORADORA PODE EMPERRAR A VENDA DO PATRIMÔNIO ALHEIO? NÃO ENTENDO ISSO. O PRÉDIO É DELE? QUE FAÇA O QUE QUISER. ACHO QUE A MELHOR SAÍDA SERIA DEMOLIR MESMO, A VILA SÓ TERIA A GANHAR. MORO ALI PERTO E O LUGAR ESTÁ SENDO EMPORCALHADO POR PEDINTES. AS PLACAS NÃO IRÃO SEGURA- LOS POR MUITO TEMPO, PELO CONTRÁRIO, IRÁ AJUDAR POIS ESCONDERÁ AINDA MAIS AS COISAS QUE FAZEM LÁ DENTRO.

    Email do autor: knalhasa@hotmail.com

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  5. André


    Nº 35524

    É bem simples resolver a situação. Qualquer arquiteto tem plena capacidade de desenvolver um projeto que atenda as necessidades comerciais dos proprietários e contemple a preservação da fachada. Isso é bastante comum em cidades que valorizam sua história. Basta ter um pouco de criatividade que tudo se encaixa.

    Email do autor:

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  7. V.R.


    Nº 35544

    deviam
    pegar esta mulher idiota
    que fez o pedido de tombamento desta velharia nojenta e horrorosa,
    e aplicar-lhe uma multa penhorando seus bens….

    penhorar bem alheio, é fácil e gostoso.

    deviam deixar os empresários viverem em paz.

    tombamento é para cidades que contam a história do Brasil.

    quem tinha a obrigação de preservar e contar a história de Maringá,
    é a Cia. Melhoramentos,
    que explorou e ganhou muito nesta região…..

    eu mesmo,
    quero esquecer o poeirão que comia solto na Rua Vaz Caminha nr. 135, onde fui criado……………

    se é assim,
    deviam retirar o asfalto da rua vaz caminha, para preservar o poeirão.

    memória é para estudante que precisa aprender muito….

    a única lembrança que tenho do Cine Horizonte,
    é
    dos filmes de sacanagem que passavam lá, a semana inteira….só dava a “putaiada” frequentando.

    e a zona do baixo meretrício alí no jardim marumby, atrás do Posto Nova Maringá- extensão do jardim novo horizonte-
    ninguém
    vai pedir o tombamento…

    ainda existem uma ou duas putas velhas que residem por lá, e podem ser tombadas juntas,
    para ensinar as garotas novas, como é a arte do trottoir e bem servir em troca de dinheiro………………prostituição também é memória, vida a grife Daspu.

    Email do autor: redered1@wnet.com.br

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  9. Antônio


    Nº 35566

    Vamos tombar o Cine Horizonte sim, com uma pá carregadeira.

    Email do autor:

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  11. silvia


    Nº 35578

    OS PROPRIETARIOS PRECISAM CONTRATAR OS SERVIÇOS
    DE UM EXCELENTE E COMPETENTE ADVOGADO MOISÉS ZANARDI.
    DUVIDO QUE ELE NÃO “REBENTA” ESTA IDIOTICE QUE TÁ DANDO NOJO AKI EM MARINGÁ…

    Email do autor: martinelisilvia@htomail.com

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  13. Edson Ferreira


    Nº 35586

    Que se faça uma pesquisa no bairro, para saber qual a opinião dos moradores, e tomem uma decisão democrática !!!

    Email do autor: madson7@pop.com.br

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  15. Anônimo


    Nº 35591

    Edson Lima, suas informações estão desencontradas. Não houve pedido de uma única moradora do bairro e nem a justiça determinou a preservação parcial do bem. Os fatos são: foi protocolado um pedido na secretaria de cultura (assinado por várias pessoas) para que a comissão de patrimonio histórico municipal (composta por membros da UEM, CESUMAR, AEAM e da Prefeitura) fizessem um estudo para averiguar a possibilidade de preservação do imóvel. A comissão estudou o caso e em votação aprovou o tombamento parcial do imóvel, isto é da fachada (que representa talvez pouco menos de 15% da area), podendo os roprietários fazerem novos planejamentos para o restante da àrea. Vale lembrar que independente do pedido de estudos, a sec. cultura e a comissão de patrimônio historico instituída pelo decreto 546/2005 teriam que estudar o imóvel antes de liberar a demolição. Este é um procedimento previsto na lei municipal 2.297/87, na lei orgânica municipal e também no plano diretor.

    EL diz: As informações são dos sócios do prédio.

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  17. Paula


    Nº 35709

    Se aquela coisa horrorrosa que nem é pública,pode ser tombada,então a rodoviária velha…

    Email do autor: