A polêmica continua
Tá um rolo danado na questão do prédio do antigo Cine Horizonte.
Um dos sócios - chamado Álvaro - instalou painéis na entrada, impedindo que os mendigos continuassem morando ali.
Não tem nenhum mendigo mais no local, mas é possível que logo eles arranjem um jeito de entrar.
Álvaro me disse que está revoltado com o possível tombamento da fachada do prédio pelo Patrimônio Histórico de Maringá. Isso vai acontecer, porque uma moradora do bairro entrou com ação na Justiça para que o prédio não seja demolido.
A Justiça determinou que o prédio pode ser demolido, menos a fachada, que precisa ser mantida.
Os sócios querem construir no local uma galeria comercial e vão perder toda a frente.




3 julho 2008
10:15 am
Nº 35522
isto e uma covardia desta moradora do bairo em fazer isto, ela te de cuidar de sua vida nao da vida de quem quer que o bairo fique melhor.
Email do autor: rjunior@hotmail.com
3 julho 2008
10:33 am
Nº 35523
COMO UMA SÓ MORADORA PODE EMPERRAR A VENDA DO PATRIMÔNIO ALHEIO? NÃO ENTENDO ISSO. O PRÉDIO É DELE? QUE FAÇA O QUE QUISER. ACHO QUE A MELHOR SAÍDA SERIA DEMOLIR MESMO, A VILA SÓ TERIA A GANHAR. MORO ALI PERTO E O LUGAR ESTÁ SENDO EMPORCALHADO POR PEDINTES. AS PLACAS NÃO IRÃO SEGURA- LOS POR MUITO TEMPO, PELO CONTRÁRIO, IRÁ AJUDAR POIS ESCONDERÁ AINDA MAIS AS COISAS QUE FAZEM LÁ DENTRO.
Email do autor: knalhasa@hotmail.com
3 julho 2008
11:00 am
Nº 35524
É bem simples resolver a situação. Qualquer arquiteto tem plena capacidade de desenvolver um projeto que atenda as necessidades comerciais dos proprietários e contemple a preservação da fachada. Isso é bastante comum em cidades que valorizam sua história. Basta ter um pouco de criatividade que tudo se encaixa.
Email do autor:
3 julho 2008
2:04 pm
Nº 35544
deviam
pegar esta mulher idiota
que fez o pedido de tombamento desta velharia nojenta e horrorosa,
e aplicar-lhe uma multa penhorando seus bens….
penhorar bem alheio, é fácil e gostoso.
deviam deixar os empresários viverem em paz.
tombamento é para cidades que contam a história do Brasil.
quem tinha a obrigação de preservar e contar a história de Maringá,
é a Cia. Melhoramentos,
que explorou e ganhou muito nesta região…..
eu mesmo,
quero esquecer o poeirão que comia solto na Rua Vaz Caminha nr. 135, onde fui criado……………
se é assim,
deviam retirar o asfalto da rua vaz caminha, para preservar o poeirão.
memória é para estudante que precisa aprender muito….
a única lembrança que tenho do Cine Horizonte,
é
dos filmes de sacanagem que passavam lá, a semana inteira….só dava a “putaiada” frequentando.
e a zona do baixo meretrício alí no jardim marumby, atrás do Posto Nova Maringá- extensão do jardim novo horizonte-
ninguém
vai pedir o tombamento…
ainda existem uma ou duas putas velhas que residem por lá, e podem ser tombadas juntas,
para ensinar as garotas novas, como é a arte do trottoir e bem servir em troca de dinheiro………………prostituição também é memória, vida a grife Daspu.
Email do autor: redered1@wnet.com.br
3 julho 2008
4:44 pm
Nº 35566
Vamos tombar o Cine Horizonte sim, com uma pá carregadeira.
Email do autor:
3 julho 2008
7:07 pm
Nº 35578
OS PROPRIETARIOS PRECISAM CONTRATAR OS SERVIÇOS
DE UM EXCELENTE E COMPETENTE ADVOGADO MOISÉS ZANARDI.
DUVIDO QUE ELE NÃO “REBENTA” ESTA IDIOTICE QUE TÁ DANDO NOJO AKI EM MARINGÁ…
Email do autor: martinelisilvia@htomail.com
3 julho 2008
9:18 pm
Nº 35586
Que se faça uma pesquisa no bairro, para saber qual a opinião dos moradores, e tomem uma decisão democrática !!!
Email do autor: madson7@pop.com.br
3 julho 2008
11:18 pm
Nº 35591
Edson Lima, suas informações estão desencontradas. Não houve pedido de uma única moradora do bairro e nem a justiça determinou a preservação parcial do bem. Os fatos são: foi protocolado um pedido na secretaria de cultura (assinado por várias pessoas) para que a comissão de patrimonio histórico municipal (composta por membros da UEM, CESUMAR, AEAM e da Prefeitura) fizessem um estudo para averiguar a possibilidade de preservação do imóvel. A comissão estudou o caso e em votação aprovou o tombamento parcial do imóvel, isto é da fachada (que representa talvez pouco menos de 15% da area), podendo os roprietários fazerem novos planejamentos para o restante da àrea. Vale lembrar que independente do pedido de estudos, a sec. cultura e a comissão de patrimônio historico instituída pelo decreto 546/2005 teriam que estudar o imóvel antes de liberar a demolição. Este é um procedimento previsto na lei municipal 2.297/87, na lei orgânica municipal e também no plano diretor.
EL diz: As informações são dos sócios do prédio.
Email do autor:
4 julho 2008
7:19 pm
Nº 35709
Se aquela coisa horrorrosa que nem é pública,pode ser tombada,então a rodoviária velha…
Email do autor: