Sim, senhor
No debate que aconteceu quinta-feira em Maringá, entre deputados estaduais e empresários, adivinhem o que aconteceu? Os empresários concordaram com o tarifaço do governador Requião, que aumentará o preço dos combustíveis, energia elétria e telefone, mas diminuirá preços de alimentos, eletrodomésticos e vestuários.
Cada um no seu quadrado.
*Só não entendi - sem maldade, gostaria que alguém explicasse - como baixar preços de alimentos, por exemplo - se para empacotar arroz gasta-se energia elétrica e para transportar gasta-se combustível.




24 novembro 2008
1:07 pm
Nº 57277
É gostaria de entender tambem…
Edson, sobre aquele caso dos blogs anonimos em Mga, vc tem alguma noticia ? nao deu em nada aquilo?
R: A informação é que a Polícia Civil, de Curitiba, já descobriu tudo.
Email do autor:
24 novembro 2008
2:13 pm
Nº 57287
Edson, isso que você comenta é exatamente o que eu disse dias atrás, nós vamos pagar essa troca de impostos em dobro. As tarifas incidirão diretamente em nossas contas sem piedade e por outro lado os industriais e comerciantes repassarão para os alimentos os custos que terão com os ditos aumentos de energia, combustível e telefonia, o que também vai estourar em nosso lombo, como sempre. Isso só pode ser coisa de Maria louca mesmo.
Email do autor: leonelgalacini@msn.com
24 novembro 2008
2:27 pm
Nº 57290
Não entendi tb Edson.
Teoricamente, o ICMS baixando de 18% para 12% causaria sim uma grande redução de preços, mesmo com os outros aumentos.
Mas,
na maior parte dos setores beneficiados, na verdade ñ se paga essa aliquota de 18%, pq são setores compostos por pequenas indústrias (confecções, por exemplo) e pequenos comércios (boa parte M.E.), pequenas e micro empresas q estão enquadradas no Simples Nacional.
No caso de Mgá, especificamente, há um diferencial. Existe uma concentração de grandes empresas destes setores, em especial alimentos (supermercados) e eletrodomésticos. Estes grandes sim, pagam hj alíquota cheia e passarão a ter o desconto.
Por isso, talvez, no caso de Mgá essa alteração tributária se justifique, e poderia sim causar uma queda nos preços se o desconto fosse repassado ao produto final.
Aguardemos então o resultado.
Email do autor: deltrejo@yahoo.com
24 novembro 2008
2:35 pm
Nº 57293
Descobriu como? se o NP continua postando?
Email do autor:
24 novembro 2008
4:35 pm
Nº 57319
Boa Tarde Edson!!!
Eu fui na audiencia, as cartas já estavam marcadas, eu como contador posso te garantir que so será beneficiado os donos de mercados grandes e empresas de porte maior, os pequenos e o consumidor final vai pagar essa conta, os politicos vão votar a favor com certeza e no ano que vem nos é quem pagamos o pato!!!
Email do autor: grilera@gmail.com
24 novembro 2008
9:50 pm
Nº 57368
Voces acham que os governos reduzem alguma coisa ?
Email do autor: mawifa@hotmail.com
25 novembro 2008
1:08 am
Nº 57409
Então Adriano,
é isso mesmo.
Em Mgá, grandes empresas, grandes redes, q vendem muuuuito, terão redução de impostos.
Não sei se no resto do PR é assim, imagino q na capital seja tb.
Se essas empresas, devido a competição, repassarem (será?) essa redução de custos ao produtos, haverá redução de preços.
Mas, pros pequenos, ñ muda nada, ñ é q a isenção seja só pros grandes (bom, na verdade é), mas é pq os pequenas já têm isenção, e portanto pra eles nada mudará em termos de redução, eles já ñ pagam. Mas sofrerão os aumentos.
Acho q de fato pode beneficiar a população de Mgá. Não sei, veremos.
Mas o pequeno comércio sem dúvida perderá mais ainda a competitividade.
Email do autor: deltrejo@yahoo.com
25 novembro 2008
8:16 am
Nº 57430
Bom Dia Marcelo
Eu sei que já existe a isenção agora as chances que os pequenos tinham de competir diminuiram muito, agora me diga como que a população vai ser beneficiada se vai aumentar os impostos do combustivel, energia e telecomunicações ????? a população não paga nada disso??? e outra coisa quase 40% do toda a arrecadação vem dos 05 ramos que terão aumento de tributos porque??? porque o governo recebe na fonte são substituto tributarios, e saõ super fiscalizados, como já disse e repito nos é que vamos pagar o pato num pais onde a carga tributaria é extorciva temos que reduzir imposto e não compensar, essa é minha opinião claro e cada um tem o direito te ter a sua!!
Email do autor: grilera@gmail.com
26 novembro 2008
1:32 am
Nº 57647
Olá Adriano,
pois é….
a maior parte da arrecadação vem da Copel, Brasil Telecom e GVT, essas ñ são substituição tributária, mas tb ñ dá pra sonegar um único centavo.
Combustíveis, bebidas, fumo… sim, são ST, mas por incrível q parece representam quase nada em relação às citadas anteriormente, mas são significativas e tb ñ tem como sonegar (será?).
Qto ao custo dos transportes, usa-se basicamente o diesel, q continuará nos 12%, ñ tem pq haver aumento no custo dos transportes.
Telefone e Eletricidade, o povão paga pouco (em relação aos ricos, bem entendido, pq tá caro!), qm paga muita eletricidade é qm tem 4 ar-condicionado, sala de estar com iluminação halógena back-light, motor do filtro na piscina, etc. Pra esses o aumento vai pesar, mas tb ñ estão nem aí.
Na indústria e no comércio, gastam bastante, mas olha só:
Caso prático, tenho um cliente (confecção) q gasta uns 5.000,00 por mês de eletricidade, tem muita máquina de costura, e essas máquinas industriais têm um motor muito forte, gasta mesmo.
O aumento será de 27% para 29%, 2% portanto, então calculemos:
5.000,00 x 2% = 100,00 de aumento
Só isso.
A empresa fatura cerca de 1 milhão por mês, vende umas 17.000 peças mensais. A eletricidade, nesse caso, vai aumentar o custo em 0,006 por peça (menos de um centavo).
O telefone, incluídos os celulares, dá uns mil e tantos reais, digamos 1.200,00.
1.200,00 x 2% = 24,00
Divida os 24,00 por 17.000 unidades e veja q fica até ruim de calcular, vou simplesmente ignorar.
Mas, por outro lado….
Uma roupa q é vendida por 60,00, com ICMS de 18% tem embutida no preço um ICMS de 10,80. A fábrica mesmo fica com 49,20, o resto vai pro governo.
A mesma roupa, de 60,00, ao ser vendida com ICMS de 12%, pagará ao governo ICMS de 7,20. A fábrica ficará com 52,80.
Diminuição de 3,60 de impostos, contra acréscimo de menos de 1 centavo.
São valores insignificantes, mas faça os mesmos cálculos com uma geladeira de 2.000,00, e a coisa fica mais interessante.
É isso, SE… VEJA BEM… SE as grandes redes repassarem aos clientes essa diminuição, o q se espera q aconteça pela competição (isso se ñ fizerem acordo entre si).
É aí q acho q Maringá pode levar vantagem.
Mas ñ sei realmente, fiz os cálculos de um caso real, mas é UM CASO.
De fato, nem mesmo sei dizer a quantidade ou percentual de empresas q seriam beneficiadas.
Por isso disse: esperemos pra ver.
Tenho esperanças.
Nos vários casos REAIS q estudei (q ñ são representativos do universo maringaense, são empresas maiores), houve de fato diminuição.
Aguardemos.
Email do autor: deltrejo@yahoo.com