Sim, senhor

Categorias: Paraná
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No debate que aconteceu quinta-feira em Maringá, entre deputados estaduais e empresários, adivinhem o que aconteceu? Os empresários concordaram com o tarifaço do governador Requião, que aumentará o preço dos combustíveis, energia elétria e telefone, mas diminuirá preços de alimentos, eletrodomésticos e vestuários.

Cada um no seu quadrado.

*Só não entendi - sem maldade, gostaria que alguém explicasse - como baixar preços de alimentos, por exemplo - se para empacotar arroz gasta-se energia elétrica e para transportar gasta-se combustível.

Por: Edson Lima

9 Comentarios

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  1. Marcelo


    Nº 57277

    É gostaria de entender tambem…

    Edson, sobre aquele caso dos blogs anonimos em Mga, vc tem alguma noticia ? nao deu em nada aquilo?

    R: A informação é que a Polícia Civil, de Curitiba, já descobriu tudo.

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  3. Leonel João Galacini


    Nº 57287

    Edson, isso que você comenta é exatamente o que eu disse dias atrás, nós vamos pagar essa troca de impostos em dobro. As tarifas incidirão diretamente em nossas contas sem piedade e por outro lado os industriais e comerciantes repassarão para os alimentos os custos que terão com os ditos aumentos de energia, combustível e telefonia, o que também vai estourar em nosso lombo, como sempre. Isso só pode ser coisa de Maria louca mesmo.

    Email do autor: leonelgalacini@msn.com

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  5. Marcelo Del Trejo


    Nº 57290

    Não entendi tb Edson.

    Teoricamente, o ICMS baixando de 18% para 12% causaria sim uma grande redução de preços, mesmo com os outros aumentos.

    Mas,

    na maior parte dos setores beneficiados, na verdade ñ se paga essa aliquota de 18%, pq são setores compostos por pequenas indústrias (confecções, por exemplo) e pequenos comércios (boa parte M.E.), pequenas e micro empresas q estão enquadradas no Simples Nacional.

    No caso de Mgá, especificamente, há um diferencial. Existe uma concentração de grandes empresas destes setores, em especial alimentos (supermercados) e eletrodomésticos. Estes grandes sim, pagam hj alíquota cheia e passarão a ter o desconto.

    Por isso, talvez, no caso de Mgá essa alteração tributária se justifique, e poderia sim causar uma queda nos preços se o desconto fosse repassado ao produto final.

    Aguardemos então o resultado.

    Email do autor: deltrejo@yahoo.com

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  7. Ester/Marcelo


    Nº 57293

    Descobriu como? se o NP continua postando?

    Email do autor:

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  9. Adriano Belli


    Nº 57319

    Boa Tarde Edson!!!

    Eu fui na audiencia, as cartas já estavam marcadas, eu como contador posso te garantir que so será beneficiado os donos de mercados grandes e empresas de porte maior, os pequenos e o consumidor final vai pagar essa conta, os politicos vão votar a favor com certeza e no ano que vem nos é quem pagamos o pato!!!

    Email do autor: grilera@gmail.com

  10. Tamanho do texto:
  11. maurício


    Nº 57368

    Voces acham que os governos reduzem alguma coisa ?

    Email do autor: mawifa@hotmail.com

  12. Tamanho do texto:
  13. Marcelo Del Trejo


    Nº 57409

    Então Adriano,

    é isso mesmo.

    Em Mgá, grandes empresas, grandes redes, q vendem muuuuito, terão redução de impostos.

    Não sei se no resto do PR é assim, imagino q na capital seja tb.

    Se essas empresas, devido a competição, repassarem (será?) essa redução de custos ao produtos, haverá redução de preços.

    Mas, pros pequenos, ñ muda nada, ñ é q a isenção seja só pros grandes (bom, na verdade é), mas é pq os pequenas já têm isenção, e portanto pra eles nada mudará em termos de redução, eles já ñ pagam. Mas sofrerão os aumentos.

    Acho q de fato pode beneficiar a população de Mgá. Não sei, veremos.

    Mas o pequeno comércio sem dúvida perderá mais ainda a competitividade.

    Email do autor: deltrejo@yahoo.com

  14. Tamanho do texto:
  15. Adriano Belli


    Nº 57430

    Bom Dia Marcelo

    Eu sei que já existe a isenção agora as chances que os pequenos tinham de competir diminuiram muito, agora me diga como que a população vai ser beneficiada se vai aumentar os impostos do combustivel, energia e telecomunicações ????? a população não paga nada disso??? e outra coisa quase 40% do toda a arrecadação vem dos 05 ramos que terão aumento de tributos porque??? porque o governo recebe na fonte são substituto tributarios, e saõ super fiscalizados, como já disse e repito nos é que vamos pagar o pato num pais onde a carga tributaria é extorciva temos que reduzir imposto e não compensar, essa é minha opinião claro e cada um tem o direito te ter a sua!!

    Email do autor: grilera@gmail.com

  16. Tamanho do texto:
  17. Marcelo Del Trejo


    Nº 57647

    Olá Adriano,

    pois é….

    a maior parte da arrecadação vem da Copel, Brasil Telecom e GVT, essas ñ são substituição tributária, mas tb ñ dá pra sonegar um único centavo.

    Combustíveis, bebidas, fumo… sim, são ST, mas por incrível q parece representam quase nada em relação às citadas anteriormente, mas são significativas e tb ñ tem como sonegar (será?).

    Qto ao custo dos transportes, usa-se basicamente o diesel, q continuará nos 12%, ñ tem pq haver aumento no custo dos transportes.

    Telefone e Eletricidade, o povão paga pouco (em relação aos ricos, bem entendido, pq tá caro!), qm paga muita eletricidade é qm tem 4 ar-condicionado, sala de estar com iluminação halógena back-light, motor do filtro na piscina, etc. Pra esses o aumento vai pesar, mas tb ñ estão nem aí.

    Na indústria e no comércio, gastam bastante, mas olha só:

    Caso prático, tenho um cliente (confecção) q gasta uns 5.000,00 por mês de eletricidade, tem muita máquina de costura, e essas máquinas industriais têm um motor muito forte, gasta mesmo.

    O aumento será de 27% para 29%, 2% portanto, então calculemos:

    5.000,00 x 2% = 100,00 de aumento

    Só isso.

    A empresa fatura cerca de 1 milhão por mês, vende umas 17.000 peças mensais. A eletricidade, nesse caso, vai aumentar o custo em 0,006 por peça (menos de um centavo).

    O telefone, incluídos os celulares, dá uns mil e tantos reais, digamos 1.200,00.

    1.200,00 x 2% = 24,00

    Divida os 24,00 por 17.000 unidades e veja q fica até ruim de calcular, vou simplesmente ignorar.

    Mas, por outro lado….

    Uma roupa q é vendida por 60,00, com ICMS de 18% tem embutida no preço um ICMS de 10,80. A fábrica mesmo fica com 49,20, o resto vai pro governo.

    A mesma roupa, de 60,00, ao ser vendida com ICMS de 12%, pagará ao governo ICMS de 7,20. A fábrica ficará com 52,80.

    Diminuição de 3,60 de impostos, contra acréscimo de menos de 1 centavo.

    São valores insignificantes, mas faça os mesmos cálculos com uma geladeira de 2.000,00, e a coisa fica mais interessante.

    É isso, SE… VEJA BEM… SE as grandes redes repassarem aos clientes essa diminuição, o q se espera q aconteça pela competição (isso se ñ fizerem acordo entre si).

    É aí q acho q Maringá pode levar vantagem.

    Mas ñ sei realmente, fiz os cálculos de um caso real, mas é UM CASO.

    De fato, nem mesmo sei dizer a quantidade ou percentual de empresas q seriam beneficiadas.

    Por isso disse: esperemos pra ver.

    Tenho esperanças.

    Nos vários casos REAIS q estudei (q ñ são representativos do universo maringaense, são empresas maiores), houve de fato diminuição.

    Aguardemos.

    Email do autor: deltrejo@yahoo.com