Don Gerônimo: foram erros na obra

Categorias: Maringá
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Erros na construção do edifício Don Gerônimo, em Maringá, contribuíram para o desabamento das 15 sacadas de um dos blocos, dia 26 de outubro.

A constatação está no laudo técnico da Defesa Civil da cidade sobre o acidente, divulgado na manhã de hoje.

*Daqui a pouco, matéria em O Diário.

Por: Edson Lima

11 Comentarios

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  1. Geraldo


    Nº 58669

    O DIÁRIO, divulgará a construtora?

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  3. Leonel João Galacini


    Nº 58681

    Edson, não li nem um laudo, muito menos o final, mas no meu entendimento a causa que levou ao desabamento das sacadas teve início na falta de conservação, ou seja, a infiltração levou a corrosão da armadura que acabou não tendo mais a resistência necessária para conter o momento negativo no engaste da laje junto a viga. Isso fez com que essa viesse a cair e por sua vez levou as demais por efeito dominô, uma vez que estas não foram calculadas e nem executadas prevendo tamanha carga, impacto da queda da marquise da cobertura. Apesar de as demais marquises, segundo informações extra oficiais, estarem com tamanho e sobrecarga maior, ainda assim não foram o motivo principal para o desabamento, as mesmas foram construídas ha mais de 9 anos e não apresentavam qualquer problema, como não apresentam as outras que ainda estão lá. Demolir as que ficaram é uma solução simplista e arquitetônica, haja vista que a reconstrução das que vieram abaixo causaria muito mais transtornos aos moradores devido ao sistema construtivo que envolve a demolição e escoramento de parte da sala dos apartamentos para o engastamento das novas sacadas. Desde o primeiro momento em que tomei conhecimento do acidente pelo O Diário e também pela TV, mesmo sem ter ido lá, como não fui até agora, não tive dúvidas sobre o ocorrido. Sou engenheiro civil há 31 anos e pós-graduado em estruturas há 26 anos, sendo o cálculo de estruturas uma das minhas atividades. Se quiser comprovar, é simples, desafio qualquer um a fazer o mesmo teste em qualquer edifício de nossa cidade e no resto do país, derrube a sacada do andar superior sobre a inferior e verá o mesmo resultado, todas as demais virão abaixo pelo chamado efeito dominô. Quando se previsiona a carga no cálculo estrutural de qualquer peça de uma estrutura jamais se leva em conta que a peça de cima vai cair sobre a inferior, mesmo porque não se calcula e nem se executa para que isso aconteça. E se acaso isso fosse feito os custos das construções seriam infinitamente superiores as de costume, levando ao desperdício. Logo, para que isso não ocorra é preciso que os proprietários de apartamentos tenham em mente que a manutenção é uma coisa prioritária e que não deve ser empurrada com a barriga fazendo vistas grossa. Que esse acidente sirva de alerta a muita gente para que no futuro não volte a acontecer.

    Email do autor: leonelgalacini@msn.com

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  5. Gilson


    Nº 58702

    E já tinha um “amigo” nosso que participa do blog defendendo os engenheiros.

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  7. Marcos


    Nº 58768

    SERÁ OBRA DO SERGIO NAYA ?

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  9. Junior Bataglini


    Nº 58773

    Nome da construtora e do engenheiro.

    Email do autor: f.bataglini@ig.com.br

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  11. maurizio


    Nº 58825

    O prejuizo dos moradores será ressarcido? Por quem?

    Email do autor: mauriziomlima@pop.com.br

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  13. Jorge


    Nº 58886

    tão ferrado. eu conheci o mestre-de-obra, pela pessoa não se admira a cagada. os engenheiros não conheço.

    o engenheiro 31 anos de labuta que comentou acima deve ser o cara, não foi no local, não leu o laudo e sabe tudo. báh tchê larga mão.

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  15. Leonel João Galacini


    Nº 58925

    Jorge, com todo o respeito que lhe é devido, dependendo o caso, como é esse, não precisa nem ir no local para concluir. As fotos da sacada da cobertura já prenunciou o ocorrido, não haviam ali ficado qualquer acço inteiro, todos se romperam, sinal de que não resistiram as tensões a que estavam submetidos. Como o edifíco já estava construído e habitado há mais de 9 anos, fica fácil concluir que nem o tamanho maior da marquise e nem a sobregarca excedente foram as causas principais do desabamento, entendeu? Como se pode ver, não sou o “cara” não, como você diz, mas modestia a parte sobre o meu trabalho eu entendo, assim como qualquer outro profissional que se preze deve ter conhecimento de sua área para atuar com modéstia e segurança. Grato.

    Email do autor: leonelgalacini@msn.com

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  17. Leonel João Galacini


    Nº 58930

    Gilson, não estou aqui defendendo engenheiro algum, muito pelo contrário, simplesmente fiz um comentário técnico onde dei minha opinião. O julgamento não pertence a mim, só é preciso que em momentos como esse não se condene, antecipadamente, pessoas inocentes, só isso. Vai existir um laudo, as pessoas que se julgaremm prejudicadas tem direito de recorrer a justiça e a parte indiciada como culpada também tem o direito de se defender, aí caberá ao juiz julgar. É importante ainda ressaltar que nossa profissão nunca foi, não é e nunca será corporativista, caso queira comprovar isso, recorra as decisões dos conselhos CREA e CONFEA contra os profissionais que pertencem a essa categoria e que cometeram algum erro grave. Grato.

    Email do autor: leonelgalacini@msn.com

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  19. Prof. Vergueiro


    Nº 58935

    Responsáveis pelo acidente após longa e séria apuração:

    Mestre de obras “não fez o que o Dr.Engenehiro mandou”, os pedreiros que “não fez o que o Dr. Engenehiro mandou”,

    E como co-responsável O ZELADOR. Não deu a devida manutenção à obra. Maravilhosa segundo o laudo técnico.

    Ou mudou o padrão de conclusão de laudos no Brasil?

    Grato

    Email do autor: paulovergueiro@bol.com.br

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  21. Milton Paz


    Nº 59103

    Corporativismo? Nem em sonho os amigos deste blog pensaram nisso. Eu duvido que não houve …gada nisso. Mestre de obra, pedreiro, servente de pedreiro, etc. O último a se pensar é no engenheiro responsável pela obra. Infiltração acontece onde há rachaduras, fendas etc. né não?

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