Estudantes protestam contra lei seca

Categorias: Ensino
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Neste momento, estudantes e vestibulandos iniciam um protesto contra a lei seca no entorno da Universidade Estadual de Maringá (UEM) durante o vestibular que começou domingo e vai até amanhã.

A lei 8.054/2008 proíbe a venda e o consumo de bebidas alcoólicas no quadrilátero formado pelas avenidas Colombo e Morangueira e ruas Vitória e Quintino Bocaiúva. Na extensão da Morangueira e Vitória, a venda e o consumo estão liberados.

Os universitários reivindicam a criação de um espaço público para a confraternização de estudantes e vestibulandos. “Essa política repressora e proibitória somente está afastando os vestibulandos de nossa universidade” – disse Phillip Natal, um dos coordenadores do protesto. O Diário.

Por: Edson Lima

37 Comentarios

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  1. Priscilla


    Nº 58640

    Aff fala serio .Esses povo ao inves de se preocupar em estudar.. pra poder passar no vestibular, vão fazer protesto pra poder beber e fazer aquela zona ali perto da Uem affs.. é cada coisa que vc tem que ler.. Tem gente que nem fazer vestibular , quer saber de bagunça, de beber, beber e pronto depois diz.Agora to otimo. quem quer apssar no vestibular , quer estudar e não ficar em boteco bebendo affs..

    Email do autor: limapry@hotmail.com

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  3. Mura


    Nº 58641

    Se a intenção dos vestibulandos oriundos de outros estados e de cidades vizinhas forem somente pela festa e pela bagunça generalizada dos dias de vestibular, acredito mesmo que é uma benção eles deixarem de participar do nosso vestibular. Acho mesmo que isto seria interessante, porque assim, sobrariam mais vagas para tantos jovens Maringaenses que ralam durante meses e até mesmo anos para tentar uma vaga na Universidade Pública e não conseguem em virtude da concorrência exorbitante e pelo elevado número de inscrições. Não sou contra a vinda de pessoas de outras cidades porque isto seria realmente uma forma de ir contra a constituição brasileira, porém acho que muito dos que vem para Maringá, vem atraido pela imensa propaganda das bagunças e das festas que realizam nestes períodos. Para o interessado no processo de avaliação, sobra parte da responsabilidade dos eventos desorganizados em torno da nossa universidade, lamentavelmente.

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  5. adison rodrigues


    Nº 58642

    NAO ENTENDI O COMENTARIO DO ESTUDANTE DE QUE A LEI SECA ESTA AFASTANDO VESTIBULANDOS DE MARINGÁ, QUER DIZER QUE ELES SÓ ESTÃO QUERENDO VIR PARA CA BEBER E NÃO PARA FAZER O VERTIBULAR NA UEM, QUE BOM QUE SÓ VENHA PARA NOSSA CIDADE AS PESSOAS QUE REALMENTE QUEIRAM PASSAR NO VESTIBULAR E NAO APENAS BEBER E FAZER BAGUNÇA.

    Email do autor: adilson_10@hotmail.com.br

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  7. Asdrúbal


    Nº 58643

    “Essa política repressora e proibitória somente está afastando os vestibulandos (beberrões, drogados, arruaceiros, sem carácter, descivilizados, irresponsáveis) de nossa universidade”

    Email do autor: vdevinganca@hotmail.com

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  9. Adrianopdu


    Nº 58645

    Manda essa cambada ir trabalhar. Olha o futuro do Brasil ae gente.

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  11. Priscilla


    Nº 58651

    Edson.. uma pergunta vc sabe qdo o centro começa ficar aberto de noite..Obrigado..

    Edson responde: A partir do dia 8 próximo (segunda-feira) o comércio de Maringá passa a funcionar em horário especial de Natal. Até o dia 23 de dezembro, as lojas funcionarão das 8hs às 22hs durante a semana e até as 18hs, aos sábados.

    Email do autor: limapry@hotmail.com

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  13. diogo


    Nº 58652

    realmente ele forçou no comentario de que esta afastando os vestibulando. huahuahua. borracha neles.

    Email do autor: knalhasd@hotmail.com

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  15. Grillo


    Nº 58656

    E AINDA TEM PAI QUE ACREDITA QUE O FILHO TA AQUI FAZENDO VESTIBULAR…

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  17. Fábio


    Nº 58658

    afff eu nao consegui colocar minha fota nao
    ashuhashsahuashsa

    Mais qto a isso, concordo com a Priscila, eles tinham é que se preocuparem em fazer o melhor para passar nesse vestiba e não querer liberdade para a baderna!!!!

    Email do autor: fabinhodesigner@hotmail.com

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  19. Priscilla


    Nº 58660

    eu conheço amigo meus de São Paulo que fala pro pai que vai fazer vestubular..o pai paga passagem, da dinheiro de comida.. hospedagem e chega aqui gasta tdo em bebida..bagunça e depois diz que não passou..dai o pai fala ..Ano que vem vc consegue meu filho.. so esforçar e estudar mais um pouco..affss… eu me revolto

    Email do autor: limapry@hotmail.com

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  21. Geraldo


    Nº 58661

    Essa política repressora esta afastando e afastará ainda mais os pinguços, os verdadeiros vestibulandos esses continuarão a frequentar nossos vestibulares, quanto aos arruaceiros e cachaceiros que nunca mais voltem.

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  23. Luiz Eduardo


    Nº 58662

    Continuo com meu pensamento: BORRACHA NELES!

    Email do autor: luizeduardomga@gmail.com

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  25. Priscilla


    Nº 58671

    pq vc apagou os outros comentario hem hem uhauhauhauha

    Email do autor: limapry@hotmail.com

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  27. Julia


    Nº 58675

    Não que eu ache certo a bagunça e essa reivindicação, mesmo pq boa parte das pessoas q estão protestando ja são estudantes universitarios e deve ter tbm algummm “vestibulando” no meio, mas não acho certo os comerciantes pagarem o “pato”, fecharem as portas pq a policia e os orgãos competentes não conseguem tomar conta dos bagunceiros, devem proibir a bagunça (que só chegou a esse ponto pq não foi feito anda antes), mas sem prejudicar tantooo os comerciantes.

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  29. PALHAÇO


    Nº 58676

    Asdrúbal,você disse tudo.
    Provavelmente essa corja de vagabundos e pinguços serão nossos futuros políticos…..

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  31. ANÔNIMO


    Nº 58686

    Edson, boa tarde! Estou com com 60 anos e acreditava que já tinha visto tudo, mas como diz o ditado vc morre e ainda não ve tudo. Srá que o diretório não tem coisas mais úteis para se preocupar?

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  33. luiz


    Nº 58688

    semana passada saiu, na gaz. do povo, que em Londrina,estudantes de medicina que faziam estagio no H,U.,comemoraram com invasao no plantao e até na uti, imaginem se fosse em Maringá com essa mentalidade dos componentes do D.C.E.

    Email do autor: catarino52@hotmail.com

  34. Tamanho do texto:
  35. kako


    Nº 58694

    Ô Edson. Aproveita que a rapaziada tá toda reunida, e pede preles dá uma passadinha lá no corpo de bombeiros. Tão precisando de voluntários prá separar as doações.

    Email do autor:

  36. Tamanho do texto:
  37. Armando


    Nº 58696

    UIA PRISCILLA, TU É MÓ GATINHA, PARABÉNS!!! FIUUUUUU FIUUUUUU… HAUHAUAHAUAH!!!

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  38. Tamanho do texto:
  39. Azaléia


    Nº 58700

    Esses estudantes tem é que ter vergonha .Bando de barbado… Os pais se matando de trabalhar p/ sustentá-los … Afff…
    Quando eu estudava na UEM, 60% da sala eram estudantes de fora… No meio do ano, nas férias, a galera esperava passar o vestibular p/ depois irem a suas cidades… Inacreditável… só p/ fazer farra em nossa cidade…

    Email do autor:

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  41. Anônimo


    Nº 58703

    que bom que estão desistindo de vir pra maringá assim sobra mais vaga pra quem ´e daqui e quer realmente estudar.

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  43. Intrigado


    Nº 58704

    Concordo plenamente q os pinguços tem q ir embora.
    Aliás não seria interessante restringir o vestibular aos moradores de Maringá? Quem não fez segundo grau aqui ou em cidades da região q pague pra estudar.

    Se Maringá escolheu q o vestibular não é turismo. Q não venha mais ninguem pra ca. Aliás sou a favor de se proibir q vestibulandos fiquem nos hoteis. Q não se venda cerveja nos hoteis. Aliás q os hoteis fiquem fechados nesse período.

    Bem como tbm sou a favor q a lei seca se estenda pra toda cidade. Não só pros arredores da UEM.

    Pra quem me criticar. Só estou sendo coerente com os comentários q li. Afinal se proibe uma coisa, vamos proibir tudo nesse período.

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  44. Tamanho do texto:
  45. Leni Xavier


    Nº 58706

    Olá Edson.
    Trabalho próximo da Uem e a baderna que faziam era uma demonstração de falta de civilidade e como já foi dito, vinham para Maringá milhares de pessoas que nem eram vestibulandos. Esta medida foi mesmo muito válida, se não souberam usar o espaço corretamente, ficaram sem nada. E este representante do DCE devia ir estudar, fazer proposta para melhorar o ensino público, não para badernas. Aliás, deviam permitir candidatura para membros de DCE somente aqueles que estivessem frëqüentando regularmente e sem reprovas, porque parece que este rapaz é do curso de História e nem lá aparece, é reprovado por faltas.

    Email do autor: lenixavier@hotmail.com

  46. Tamanho do texto:
  47. Leni Xavier


    Nº 58712

    Edson
    Uma correção, li melhor e pesquisei, o tal Phillip é do curso de biologia, o que faz história e não freqüenta é o Tiago Guapo, estudante(??) do 4º ano de história, é do DCE também e já deu entrevista para o Diário.

    Email do autor: lenixavier@hotmail.com

  48. Tamanho do texto:
  49. Ester/


    Nº 58722

    Faz-me rir,se alguem deixar de fazer o vestibular só porque nao pode consumir bebida alcoolica, essa pessoa está muito ruim mesmo,deve rever seus conceitos, eu posso com isso?

    Email do autor:

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  51. COELHO.


    Nº 58753

    Concordo com Kako.
    Trabalho voluntário neles.
    Ou senta a borracha no lombo.
    Leva para o cadeião e só libera se o pai e mãe vir buscar.
    Rsrsrs.

    Email do autor:

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  53. Venda Online » Blog Archive » Estudantes protestam contra lei seca


    Nº 58756

    [...] estão liberados. Os universitários reivindicam a criação de um espaço público para a… leia mais fonte: [...]

    Email do autor:

  54. Tamanho do texto:
  55. Marcelo Del Trejo


    Nº 58792

    Borracha no lombo de delinquentes baderneiros”

    A polícia está muito light esse vestibular….

    Email do autor: deltrejo@yahoo.com

  56. Tamanho do texto:
  57. Baladeiro


    Nº 58795

    mas o negocio é esse minha gente, como ensina a música sertaneja cheia de poesia e lirismo que estes tontos adoram ouvir:

    BEBÊ, CAÍ, LEVANTÁ!!!

    é isso que os universitários ouvem, é disso q eles gostam.

    Email do autor: eternacolera@gmail.com

  58. Tamanho do texto:
  59. issamu


    Nº 58801

    Eu sinceramente faria diferente. Reuniria a galera pra festar na rua mesmo sem bebida. Daí eu queria ver as autoridades falarem alguma coisa.

    Esse povo parece que não pensa com a cabeça. Organizar uma passeata é mais fácil.

    Email do autor: sergiouis

  60. Tamanho do texto:
  61. Edson Lima


    Nº 58807

    Recebi este texto:


    Passeata e intimidação

    Na tarde de hoje (01/12), por volta das 15 horas, alguns poucos moradores do Jardim Universitário, a grande maioria estava trabalhando, tiveram uma surpresa. Um grupo de aproximadamente 50 jovens, em passeata, apitando, berrando palavrões, gritando frases contra a ação policial, contra a lei seca e proclamando seus direitos enquanto “pagadores de impostos” de fazer festas, beber e confraternizar no entorno da UEM durante o vestibular.

    A ação foi legítima, pois estavam defendendo o ponto de vista do seu DCE, mas foi totalmente desnecessária a investida, de alguns integrantes da passeata, sobre duas senhoras idosas que caminhavam pela rua Mandaguari, conforme relato de vizinhos. Aos berros, impediram que as duas continuassem a andar pela calçada, intimidando e assustando-as, numa demonstração de total falta de respeito com o próximo.

    Com tal gesto, só fortaleceram a imagem ruim e a opinião desfavorável que os moradores e parte da opinião pública têm em relação aos universitários que residem aqui ou simplesmente vem “festar” nesta região.

    Aproveitamos a oportunidade para agradecer a valorosa Polícia Militar, que incansavelmente está presente em nosso bairro contendo os excessos, com muita educação e civilidade. Agradecemos também a Polícia Civil, o Conselho de Segurança, a Força Verde, o Setran e a Prefeitura de Maringá, que também compõem essa força-tarefa.

    Todos juntos estão garantindo a ordem e o sossego dos moradores do Jardim Universitário, e principalmente o nosso direito de ir e vir.

    Obrigado,

    Associação de Moradores do Jardim Universitário

    União, Respeito e Cidadania

    amjumaringa@hotmail.com

    Email do autor: edsonlima@odiariomaringa.com.br

  62. Tamanho do texto:
  63. flavio


    Nº 58815

    Esses xxxxxxxx do dce são capazes de invadir a reitoria da Uem se a refeiçao no r.u. subir de 1,50 para 1,55, mas na hora de festar, ai não importa o preço da cerveja.
    Reforço o coro: Borracha neles!!!!

    Email do autor: flaviobacharel@hotmail.com

  64. Tamanho do texto:
  65. Welingtonjb


    Nº 58839

    A grande verdade que essa cidade é dominada por velhos, pô, deixa o pessoal beber onde quiser, o problema é se forem dirigir, ai sim fora isso, cade o direito do povo, e estou falando isso e nem bebo!

    Email do autor: welingtonjb@gmail.com

  66. Tamanho do texto:
  67. Marcelo Del Trejo


    Nº 58845

    Flávio,

    ñ generalize amigo.

    a maioria do pessoal q come no RU teria grandes dificuldades em bancar as despesas e continuar estudando se ñ fosse a refeição subsidiada.

    e digo mais, falta tb uma moradia estudantil, ñ gratuita, mas barata, bem barata, para aqueles q provassem a necessidade.

    Qto aos delinquentes, q fazem essa baderna e vivem enchendo o rabo de cerveja, são outra turma. Não frequentam o RU. Claro, deve haver uma ou outra excessão, sempre há.

    E especificamente qto ao vestibular, nem mesmo vestibulandos ou estudantes são. são só arruaceiros mesmo, figurinhas conhecidas aqui do bairro, manjadas pelos moradores e pela polícia tb.

    e agora tá vindo marginal da cidade inteira pra cá, e até mesmo das cidades de fora.

    e qdo digo marginal, estou dizendo exatamento isso, n estou chamando os estudantes de marginais. ESTOU SIM AFIRMANDO Q MARGINAIS, DELINQUENTES, BANDIDOS, “MANOS”, pessoas q ñ tem absolutamente nada a haver com a UEM ou vestibular estão infestando esse bairro. Vêm pra cá com a intenção única de delinqüir.

    Email do autor: deltrejo@yahoo.com

  68. Tamanho do texto:
  69. Mura


    Nº 58929

    Welington,

    A questão não é o direito de beber, que aliás eu defendo como um direito individual. Não somos contra também os comerciantes que comercializam bebidas em seus estabelecimentos. A questão é que os movimentos realizados nas vizinhanças da universidade tem extrapolado o direito dos cidadãos que também são usuários daqueles espaços e/ou tem residencias naqueles locais. As festas, muitas vezes realizadas no sentido de congressamento por parte dos jovens motivam sempre a baderna, sendo na maioria das vezes usadas pelo tráfico de droga, pela prostituição e normalmente acabam em vandalismo. Que tal se os festeiros realizassem a dita confraternização no pátio da 9ª SDP. Acho que assim eles não incomadariam tanta gente. Aliás, velhos talvez mas não irresponsáveis ou burros.

    Email do autor:

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  71. Leonel João Galacini


    Nº 58931

    Agora as coisas começam a ficar mais evidentes, por trás desses vestibulandos deve ter alguém daqui da cidade que organiza essas farras e fatura com isso. O fato de eles se organizarem para protestar não deixa dúvidas. Pelo que sabemos, os vestibulandos na sua grande maioria não é residente na cidade, logo não devem ter conhecimento suficiente sobre as tais badernas e onde elas acontecem costumeiramente, e os que aqui residem, com certeza, poucos pertencem a esse grupo que faz arruaças. Sendo assim, não é difícil chegar em quem organiza, comanda e está interessado financeiramente no acontecimento, basta uma simples investigação e se põe fim nisso como que num passe de mágica. Pegou a rainha, o resto se desfaz.

    Email do autor: leonelgalacini@msn.com

  72. Tamanho do texto:
  73. Mudar


    Nº 59140

    Vou tentar elevar a discussão. Realmente Maringá sofre de sérios problemas de cegueira, aliás, “Ensaio sobre a Cegueira” soa bem nessa hora. O que de fato deveria ser proibido é a fabricação da bebida alcoolica. Todos sabem que o álcool é extremamente prejudicial à saúde, mas luncram-se muito nos fazendo consumir. A sociedade maringaense demonstra uma hipocrisia e anomalia muito grande quando não debate essa questão, das drogas, com moral. Temos uma universidade, que é uma ilha em Maringá, que não cumpre seu papel social. Maringá têm problemas graves de moradia, essa especulação imobiliária deveria ser colocada em questão. Proibir o uso de bebidas no entorno da UEM não é a solução para a questão. Vamos todos dialogar, não os representes de entidades, mas toda a população, estudantes, trabalhadores, donas de casa, todos. Precisamos organizar um fórum de discussões pra ajudar a pensar Maringá. Chega de especular!

    Email do autor: