out 9 15:14 TER Livro conta histórias de Maringá

Categorias: Histórias
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O pioneiro José Rodrigues do Nascimento escreveu um ótimo livro com histórias de Maringá.

O livro Do gumex ao laquê tem muitos fatos interessantes. Será lançado amanhã, às 19h30, no teatro Calil Haddad.

Vamos ver quem sabia dessas?

*Sabia que Ulisses Guimarães (MDB) foi lançado candidato a presidente da República, em 1974, no ginásio de esportes do Maringá Clube?

*Sabia que o segundo prefeito de Maringá, Américo Dias Ferraz, matou a tiros um diretor da Simca Chamboard por causa de cota de veículo?

*Quando o então prefeito João Paulino mandou alinhar os túmulos do cemitério passou apuros. O dono de uma capela avisou que se mexesse no túmulo do pai dele mataria primeiro o maquinista e depois o prefeito. JP ficou quietinho. A capela tá lá até hoje. É a única desalinhada.

*Quando prefeito, Silvio Barros (pai do atual) brigou com a Copel e a empresa cortou o fornecimento de energia elétrica do paço municipal. Silvio pegou um gerador do início de Maringá, velho pra burro, e instalou na prefeitura.Depois, entrou na Justiça e ganhou a causa.

*O Grêmio Esportivo de  Maringá venceu - em 1965- a seleção da Rússia, no Willie Davids, por 3 a 2. A Rússia havia empatado com a seleção brasileira, no Maracanã, por 2 a 2. Ficou tão chateada com a derrota para nosso time, que cancelou os outros três amistosos que faria no Brasil. Foi embora.

Por: Edson Lima

out 5 14:24 SEX Histórias de Maringá: a cachorrada

Categorias: Histórias
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Antonio Mário Manicardi, o “Nhô Juca” que foi o primeiro funcionário da Prefeitura de Maringá (o número 1, está na carteira de trabalho dele) está escrevendo um livro sobre a história da cidade. E ele sabe muitas. Todas verídicas

Um das histórias que Nhô Juca contará no livro é sobre os cachorros de Maringá.

*Américo Dias Ferraz era o prefeito. Um dia, chamou Manicardi e outro funcionário em seu gabinete e deu uma ordem.

-Esta cidade está cheia de cachorros. Não aguento mais reclamações. Peguem os animais, coloquem no caminhão da prefeitura e soltem os bichos pra lá do rio Ivai.

E isso foi feito. Os funcionários da prefeitura saíram catando cachorro pela cidade, colocaram uns trezentos no caminhão e foram.

Passaram o rio Ivaí, soltaram a cachorrada no meio do mato, viraram o caminhão e picaram a porva de volta pra Maringá.

Naquele tempo, o rio Ivaí (de Maringá a Campo Mourão) não tinha aquela ponte que hoje transitamos por ela. Era uma balsa.

Nhô Juca conta que enquanto esperavam a balsa, ouviram um barulhão na água. “Fomos conferir e a cachorrada toda estava atravessando o Ivaí a nado. Eles chegaram em Maringá antes da gente”, relata, rindo.

Bem feito.

Por: Edson Lima